Risk factors for swallowing dysfunction in stroke patients

Anna Flávia Ferraz Barros BaroniI; Soraia Ramos Cabette FábioII; Roberto Oliveira DantasIII

Arq. Gastroenterol. vol.49 no.2 São Paulo Apr./June 2012

ABSTRACT

CONTEXT: Stroke is a frequent cause of dysphagia.
OBJECTIVE: To evaluate in a tertiary care hospital the prevalence of swallowing dysfunction in stroke patients, to analyze factors associated with the dysfunction and to relate swallowing dysfunction to mortality 3 months after the stroke.
METHODS: Clinical evaluation of deglutition was performed in 212 consecutive patients with a medical and radiologic diagnosis of stroke. The occurrence of death was determined 3 months after the stroke.
RESULTS: It was observed that 63% of the patients had swallowing dysfunction. The variables gender and specific location of the lesion were not associated with the presence or absence of swallowing dysfunction. The patients with swallowing dysfunction had more frequently a previous stroke, had a stroke in the left hemisphere, motor and/or sensitivity alterations, difficulty in oral comprehension, alteration of oral expression, alteration of the level of consciousness, complications such as fever and pneumonia, high indexes on the Rankin scale, and low indexes on the Barthel scale. These patients had a higher mortality rate.
CONCLUSIONS: Swallowing evaluation should be done in all patients with stroke, since swallowing dysfunction is associated with complications and an increased risk of death.

Headings: Stroke. Deglutition disorders.

————————————————————————————————————————————————————

RESUMO

CONTEXTO: Disfagia orofaríngea é consequência frequente do acidente vascular encefálico (AVE).
OBJETIVOS: Avaliar clinicamente a prevalência de alterações da deglutição, analisar os fatores associados com a disfunção e relacionar a presença de dificuldade de deglutição com a mortalidade após 3 meses do acidente vascular em pacientes com AVE.
MÉTODO: A deglutição foi avaliada clinicamente em 212 pacientes consecutivos com diagnóstico médico e radiológico de AVE. Após 3 meses foi verificada a ocorrência de óbito.
RESULTADOS: Entre os pacientes estudados, 63% apresentaram alteração da deglutição. As variáveis gênero e localização específica da lesão não estavam associadas à presença ou não de dificuldade de deglutição. Os pacientes com dificuldade de deglutição tinham: prévios episódios de AVE, AVE no hemisfério esquerdo, alterações motoras e/ou de sensibilidade, alterações na compreensão oral, expressão oral e nível de consciência, complicações como febre e pneumonia, e índices altos na escala de Rankin e baixos na escala de Barthel. Esses pacientes apresentaram maior mortalidade.
CONCLUSÕES: A deglutição deve ser avaliada em todos os pacientes com AVE, considerando que alterações na deglutição estão associadas com complicações e com aumento na mortalidade.

Descritores: Acidente vascular cerebral. Transtornos de deglutição.

Leia o artigo na integra

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s