Influência do envelhecimento na motilidade do esôfago de pacientes com doença de Chagas

Dantas, Roberto Oliveira; Souza, Miguel Ângelo Nobre e; Ferriolli, Eduardo.

GED gastroenterol. endosc. dig; 17(5): 173-178, set.-out. 1998.

Resumo

Com o objetivo de avaliar o efeitto do envelhecimento na motilidade do esôfago de pacientes com doença de Chagas, os autores estudaram, pelo método manométrico com perfusão contínua, a motilidade do esôfago em 75 pacientes com diagnóstico sorológico de doença de /chagas. Eles foram divididos em quatro grupos: pacientes com exame radiológico do esôfago normal sem disfagia com idade abaixo de 50 anos (grupo I, n= 35) ou acima de 50 anos (grupo II, n= 13) e pacientes com exames radiológico do esôfago com retenção do meio de contraste, sem dilatação e com disfagia e idade abaixo de 50 anos (grupo III, n= 11) ou acima de 50 anos (grupo IV, n= 16). Omo grupo controle foram estudados 40 voluntários normais. As contraçõesforam registradas após dez deglutições de 5ml de água e dez deglutições secas, com intervalo mínimo de 30 segundos entre elas. Em relação ao efeito idade, comparando o grupo I com o II e o III como o IV, observou-se que os grupos de maior idade têm menor número de deglutições com relaxamento completo do esfínter inferior do esôfago e maior número de falhas de contrações.(p<0,50). Não houve diferença significativa entre esses grupos quanto à amplitude, duração e velocidade das contrações, pressão do esfíncter inferior do esôfago (EIE), duração do relaxamento do EIE e o número de contrações síncronas ou com picos múltipos. Os autores concluem que os resultados sugerem que o envelhecimento pode interferir com a motilidade do esôfago de pacientes com doença de Chaga, mas não agrava significativamente a esofagopatia da doença

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Sobre Graziela Chamarelli Bougo

Fonoaudióloga do Hospital Risoleta Tolentino Neves Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Estadual do Centro-Oeste-PR Aprimoramento em Fonoaudiologia Hospitalar pelo Hospital de Base da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP/SP) Residência em Fonoaudiologia na área de ênfase de Urgência, Emergência e Terapia Intensiva do Hospital Municipal Odilon Behrens de Belo Horizonte (BH/MG)

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