Disfagia e acidente vascular cerebral: relação entre o grau de severidade e o nível de comprometimento neurológico

Roberta Baldino, Itaquy; Samara Regina, Favero; Marlise de Castro, Ribeiro; Liselotte Menke, Barea; Sheila Tamanini de, Almeida; Renata, Mancopes.
J. Soc. Bras. Fonoaudiol.; 23(4); 385-389; 2011-12

RESUMO

O objetivo deste estudo foi verificar a ocorrência de disfagia após acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico agudo durante as primeiras 48 horas de aparecimento dos sintomas para o estabelecimento de uma possível relação entre o nível de comprometimento neurológico e o grau de severidade da disfagia. Após a admissão hospitalar de emergência, três pacientes passaram por avaliação clínica neurológica, composta por exame físico geral, exame neurológico e aplicação da NationalInstitute of Health Stroke Scale (NIHSS); e avaliação clínica da deglutição por meio do Protocolo Fonoaudiológico de Avaliação do Risco para Disfagia (PARD). Dos pacientes avaliados, um apresentou deglutição funcional, com NIHSS 11, e dois apresentaram disfagia orofaríngea leve e moderada, sendo o NIHSS 15 e 19, respectivamente. O fluxo do serviço e a procura tardia dos pacientes por auxílio médico determinaram o baixo número de amostra. Os resultados obtidos confirmam os dados da literatura em relação à gravidade do paciente neurológico e à manifestação de disfagia.

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