Arquivo da categoria: Elderly

Avaliação clínica e videofluoroscópica de pacientes com distúrbios da deglutição-estudo comparativo em dois grupos etários: adultos e idosos

Suzuki, Heloisa Sawada; Nasi, Ary; Ajzen, Sérgio; Bilton, Tereza; Sanches, Elaine Palinkas.

Arq. gastroenterol;43(3):201-205, jul.-set. 2006. tab

RESUMO

RACIONAL: As anomalias do processo da deglutição têm etiologia multifatorial e complexa. A videofluoroscopia da deglutição tem sido apontada como o exame de maior utilidade na investigação diagnóstica desses casos. Tal método, quando precedido de anamnese clínica adequada, consegue caracterizar convenientemente o grau de disfunção e, freqüentemente, identificar a causa da anomalia com grande precisão.
OBJETIVOS: Estudar as queixas clínicas e os achados da videofluoroscopia em pacientes com distúrbios da deglutição, sem evidências clínicas de afecções neurológicas associadas, distribuídos em duas faixas etárias – adultos e idosos – e analisar as manifestações sintomáticas, o tipo de disfunção (orofaríngea ou esofágica) e a capacidade de elucidação da queixa clínica pelo método de imagem.
MATERIAL E MÉTODOS: Foram analisados 70 pacientes com queixa de alteração na capacidade de deglutição, sem evidências clínicas de afecções neurológicas associadas, distribuídos em dois grupos: adultos (GI) — idade inferior ou igual a 65 anos (n = 36) e idosos (GII) — idade superior a 65 anos (n = 34). Todos foram submetidos a anamnese para obtenção de informações sobre queixas em relação à deglutição; as queixas foram caracterizadas como altas ou baixas, de acordo com o local predominante de manifestação. Todos os pacientes foram submetidos a videofluoroscopia da deglutição; as alterações observadas com esse exame foram caracterizadas como orofaríngeas ou esofágicas. Avaliou-se a capacidade de elucidação da queixa clínica pela videofluoroscopia nos dois grupos.
RESULTADOS: Dentre as queixas analisadas, a única cuja análise estatística demonstrou diferença significante entre os grupos, foi a de pirose, que ocorreu com maior freqüência no grupo de adultos (oito pacientes (22,2%) do GI e um (2,9%) do GII referiam tal queixa). Ao estudo videofluoroscópico, observou-se maior ocorrência de disfunção orofaríngea no grupo de pacientes idosos (41,2% GII x 13,9% GI) e ocorrência semelhante, nos dois grupos, de disfunção esofágica (35,3% GII x 33,3% GI). Dezenove (52,8%) pacientes do GI e 23 (67,6%) do GII tiveram suas queixas clínicas elucidadas pela videofluoroscopia.
CONCLUSÕES: 1. As queixas clínicas associadas ao quadro de dificuldade de deglutição ocorrem com freqüência semelhante em adultos e idosos, com exceção da queixa de pirose que predomina no grupo com idade menos avançada; 2. pacientes idosos apresentam maior ocorrência de alterações altas de deglutição (orofaríngeas); 3. a videofluoroscopia da deglutição representa método de grande importância diagnóstica, pois permite a identificação de alterações morfofuncionais relevantes que não são passíveis de identificação adequada à anamnese, e 4. a capacidade de elucidação diagnóstica da videofluoroscopia da deglutição é maior no grupo com idade mais avançada.

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Disfagia orofaríngea en ancianos ingresados en una unidad de convalecencia

Silveira Guijarro, L. J. et al.

Nutr. Hosp., Jun 2011, vol.26, no.3, p.501-510. ISSN 0212-1611

RESUMEN

Objetivo principal: Describir la prevalencia de disfagia orofaríngea al alta en ancianos ingresados en una Unidad de Subagudos (USA) usando el Método de Evaluación Clínica Volumen-Viscosidad (MECV-V) y una versión adaptada en demencia grave (MECV-V-G).
Metodología y diseño: Estudio transversal, descriptivo; periodo: 50 días. Datos de la historia clínica de todos los pacientes al alta hospitalaria: demográficos, clínicos, factores de riesgo y complicaciones de disfagia, evolución funcional y resultados del MECV-V y MECV-V-G. Se describen comparando características de los grupos con y sin disfagia.
Resultados: 86 pacientes (60% mujeres), edad media 83,8 ± 6,7 años. La anamnesis dirigida detectó disfagia orofaríngea previa en 23 pacientes (26%). El MECV-V detectó disfagia orofaríngea en 46 pacientes (53,5%). De ellos 30 pacientes (65,21%) tuvieron trastorno mixto de deglución, 15 (32,6%) trastorno aislado de eficacia y 1 (2,17%) trastorno aislado de seguridad.
Aquellos con test de disfagia positivo, tenían, de manera estadísticamente significativa, mayor prevalencia de deterioro cognitivo, mayor edad, más antecedentes de disfagia previa, peor evolución funcional y de movilidad y más complicaciones durante su estancia en USA.
Conclusiones: La disfagia es altamente prevalente en este grupo de ancianos hospitalizados. Mediante la anamnesis dirigida sólo se diagnóstica la mitad de los casos. El MECV-V detectó una alta prevalencia de disfagia que recomienda su uso rutinario especialmente en pacientes de riesgo teniendo en cuenta las peculiaridades de utilización en ancianos. Dicha población de riesgo vendría definida por características como mayor edad, deterioro cognitivo y/o funcional.

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Enteral nutrition in patients with dementia and stroke

Freeman C; Ricevuto A; DeLegge MH
Curr Opin Gastroenterol; 26(2): 156-9, 2010 Mar.
PURPOSE OF REVIEW: Patients suffering from dementia or significant cognitive impairment (SCI) due to neurologic injury routinely receive percutaneous endoscopic gastrostomy (PEG) due to swallowing difficulty or lack of appetite. This review discusses current data and opinion regarding the risks and benefits of PEG in these populations.
RECENT FINDINGS: The current data regarding PEG placement in patients with dementia or SCI due to neurologic injury do not confirm either improvement or worsening of survival. Significant risk factors for poor prognosis after PEG include sex, hypoalbuminemia, age, chronic heart failure, and subtotal gastrectomy. Complications associated with enteral nutrition are minor and easily controlled when managed by a nutritional team. Alternative options for feeding elderly demented patients are available for family members considering PEG.
SUMMARY: In contrast to previously published data regarding worse clinical outcomes in the dementia and SCI populations receiving PEG, recent data suggest that clinical outcomes in this population are no different than in other patient populations receiving PEG. A prospective, randomized study is needed to ascertain whether PEG is appropriate and beneficial in the dementia/SCI populations.

Lower esophageal sphincter relaxation is impaired in older patients with dysphagia

Autor(es): Besanko LK; Burgstad CM; Mountifield R; Andrews JM; Heddle R; Checklin H; Fraser RJ
Fonte: World J Gastroenterol; 17(10): 1326-31, 2011 Mar 14.
ABSTRACT
AIM: To characterize the effects of age on the mechanisms underlying the common condition of esophageal dysphagia in older patients, using detailed manometric analysis. METHODS: A retrospective case-control audit was performed on 19 patients aged ≥ 80 years (mean age 85 ± 0.7 year) who underwent a manometric study for dysphagia (2004-2009). Data were compared with 19 younger dysphagic patients (32 ± 1.7 years). Detailed manometric analysis performed prospectively included basal lower esophageal sphincter pressure (BLESP), pre-swallow and nadir LESP, esophageal body pressures and peristaltic duration, during water swallows (5 mL) in right lateral (RL) and upright (UR) postures and with solids. Data are mean ± SE; a P-value < 0.05 was considered significant. RESULTS: Elderly dysphagic patients had higher BLESP than younger patients (23.4 ± 3.8 vs 14.9 ± 1.2 mmHg; P < 0.05). Pre-swallow LESP was elevated in the elderly in both postures (RL: 1 and 4 s P = 0.019 and P = 0.05; UR: P < 0.05 and P = 0.05) and solids (P < 0.01). In older patients, LES nadir pressure was higher with liquids (RL: 2.3 ± 0.6 mmHg vs 0.7 ± 0.6 mmHg, P < 0.05; UR: 3.5 ± 0.9 mmHg vs 1.6 ± 0.5 mmHg, P = 0.01) with shorter relaxation after solids (7.9 ± 1.5 s vs 9.7 ± 0.4 s, P = 0.05). No age-related differences were seen in esophageal body pressures or peristalsis duration. CONCLUSION: Basal LES pressure is elevated and swallow-induced relaxation impaired in elderly dysphagic patients. Its contribution to dysphagia and the effects of healthy ageing require further investigation.

Swallowing Disorders in the Elderly

Joshua S. Schindler, James H. Kelly

Article first published online: 2 JAN 2009

DOI: 10.1097/00005537-200204000-0000

The Laryngoscope, Volume 112, Issue 4, pages 589–602, April 2002

Abstract

Changes that occur as a natural part of senescence in the complex action of deglutition predispose us to dysphagia and aspiration. As the “baby-boomers” begin to age, the onset of swallowing difficulties will begin to manifest in a greater number of our population. Recent advances in the evaluation of normal and abnormal swallowing make possible more precise anatomical and physiological diagnoses. Coupled with an understanding of swallowing physiology, such detailed evaluation allows greater opportunity to safely manage dysphagia with directed therapy and appropriate surgical intervention. The current study is a discussion of the changes that occur in deglutition with normal aging, contemporary evaluation of swallowing function, and some of the common causes of dysphagia in elderly patients.

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Viscosity changes in thickened water due to the addition of highly prescribed drugs in geriatrics

Garin N, de Pourcq JT, Cardona D, Martín-Venegas R, Gich I, Cardenete J, Mangues MA.

Nutr Hosp. 2012 Aug;27(4):1298-303. doi: 10.3305/nh.2012.27.4.5838. Spanish.

Abstract

Introduction: Dysphagia is a swallowing disorder with a high incidence in the geriatric patient related with an increased risk for undernutrition and pneumonia due to bronchial aspiration. In this condition, it is usual to add commercial thickeners in liquids, as well as the addition of drugs in this mixture to improve their administration. However, there are no studies regarding the possible change in viscosity produced by their addition. Objectives: To assess the change in viscosity of water thickened with commercial products by adding the drugs frequently used in elderly patients. Methods: Samples of water mixed with the commercial thickener Resource® (modified corn starch) or Nutilis® (modified corn starch, maltodextrin, and gums: tara, xhantan, and guar) to achieve an intermediate consistence as “honey”. The viscosity of these samples was measured as well as for similar samples to which one of the following drugs was added: galantamine, rivastigmin, ciprofloxacin, cholecalciferol, memantine, fosfomycin, calcium, and amoxicillin/clavulanic acid. Results: In the samples with Resource® thickener we observed decreased viscosity by adding galantamine, memantine, fosfomycin or calcium, and increased viscosity with amoxicillin/clavulanic acid. The viscosity of the samples with Nutilis® decreased with galantamine, rivastigmine, amoxicillin/clavulanic acid, fosfomycin and calcium. Conclusion: The viscosity of water with commercial thickeners may be affected by some drugs or their preservatives, which may influence the swallowing capability. It is recommended to perform further in vitro and in vivo studies in order to adjust these formulations if necessary.

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Análise clínica da deglutiçäo e dificuldades de alimentaçäo de idosos desnutridos em acompanhamento ambulatorial

Cortés, Lúcia Serpentino; Bilton, Tereza L; Suziki, Heloísa; Sanches, Elaine Paulikas; Venites, Juliana Paula; Luccia, Gabriela D.

Distúrb. comun; 14(2): 211-235, jun. 2003.

Resumo

Visa verificar se pacientes idosos acompanhados em ambulatório, com diagóstico de desnutriçäo, apresentam também dificuldades de deglutiçäo. Para tanto, nove idosos desnutridos de ambos os sexos, com idades entre 64 e 86 anos, foram submetidos a avaliaçäo fonoaudiológica específica para identificaçäo de alteraçöes em fase oral de deglutiçäo. Concluiu-se que idosos desnutridos säo mais susceptíveis ao desenvolvimento de alteraçöes de deglutiçäo, necessitando da atuaçäo conjunta de nutricionistas e fonoaudiólogos para que as dificuldades presentes sejam sanadas, prevenindo o aparecimento de outras alteraçöes e garantindo a melhoria da qualidade de vida

A utilização da videoendoscopia da deglutição para a avaliação quantitativa da duração das fases oral e faríngea da deglutição na população geriátrica

Santoro, Patrícia Paula; Tsuji, Domingos Hiroshi; Lorenzi, Maria Cecília; Ricci, Fabiana.

@rq. otorrinolaringol; 7(3): 181-187, set. 2003.

Resumo

A disfagia orofaríngea caracteriza-se por um problema de transferência do bolo alimentar da cavidade oral até o esôfago. Avanços relacionados ao entendimento fisiopatológico da disfagia e aos métodos de avaliação existentes têm proporcionado seu diagnóstico precoce e a escolha de melhores opções terapêuticas, com redução de potenciais complicações. A videofluoroscopia é considerada o “padrão-ouro” para avaliação da deglutição. A videoendoscopia da deglutição pode representar uma boa alternativa diagnóstica, sendo que seu papel na avaliação quantitativa da deglutição já está bem estabelecido na prática clínica.(AU)

Disfagia do idoso: estudo videofluoroscópico de idosos com e sem doença de Parkinson

Bigal, Alessandra; Harumi, Daniela; Luz, Mislene; De Luccia, Gabriela; Bilton, Tereza.

Distúrb. comun; 19(2): 213-223, 2007.

Resumo

Objetivo: descrever as alterações nas fases oral, farínfea e esofágica da deglutição de pacientes idosos com doença de Parkinson (DP) avaliados pela videofluoroscopia, comparando com as queixas relatadas pelos mesmos; comparar as alterações entre pacientes com doença de Parkinson e um grupo de idosos com mais de 60 anos sem alterações neurológicas (grupo controle). Método: foram levantadas as principais queixas quanto à deglutição e avaliados pela videofluoroscopia 25 pacientes com doença de Parkinson (DP), sendo 19 do sexo masculino e 6 do sexo feminino entre o II e IV estágio da doença, segundo a escala modificada de Hoehn e Yahr. Os pacientes foram avaliados em todas as consistências alimentares. Os achados foram comparados com o grupo controle. Resultados: na fase oral, as alterações mais comuns foram: dificuldade no movimento de preparo e organização do bolo alimentar, fechamento labial inadequado, tremor da língua em repouso e durante a mastigação e permanência do meio de contraste em cavidade oral. Na fase faríngea foi observada estase em valéculas, recessos piriformes e esfíncter esofágico superior, necessidade de múltiplas deglutições para limpeza e aspiração laringo-traqueal. Na fase esofágica, presença de contrações terciárias, diminuição do peristaltismo, presença de refluxo gastroesofágico. Conclusão: pacientes com doença de Parkinson podem apresentar alterações nas fases oral, faríngea e esofágica da deglutição mais freqüentes do que em idosos sem alterações neurológicas .

Assuntos

Humanos Masculino Feminino Idoso Idoso de 80 Anos ou mais Deglutição Doença de Parkinson Idoso FluoroscopiaEstudos de Casos

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Disfagia em cardiopatas idosos: teste combinado de deglutição e monitorização dos sinais vitais

Dantas, Mara de Oliveira Rodrigues Luiz.

Tese (doutorado) – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Área de Concentração: Comunicação Humana – São Paulo, 2008
Orientador: Claudia Regina Furquim de Andrade

Disfagia orofaríngea ocorre em pacientes após cirurgias cardíacas e prolonga o tempo de internação. O objetivo da presente Tese foi identificar as características da deglutição nos cardiopatas idosos indicados à cirurgia de Revascularização Miocárdica. Foi utilizado um protocolo combinado de deglutição de água, ausculta cervical e monitorização dos sinais vitais. O registro da freqüência cardíaca e da saturação de oxigênio (FC e SpO2) foi realizado com oxímetro de pulso antes, durante e após o teste de deglutição de água com 1,3,5,10, 15 e 20 ml. A ausculta cervical foi realizada com estetoscópio eletrônico para a análise do número, tempo de resposta e classificação do som da deglutição. Foram registradas a freqüência respiratória (FR) e a presença de tosse e engasgo. Os resultados foram analisados através de dois estudos. O primeiro avaliou 60 idosos saudáveis, sendo 45 mulheres e 11 homens, com média de idade de 74,5 anos. Os resultados mostraram aumento da FC durante o teste e diminuição logo após. Houve aumento de SpO2 e FR após o teste. Houve deglutição única em todas as medidas exceto em 20 ml. O tempo de resposta da deglutição em todos os volumes foi menor que 1 segundo exceto em 1 e 3 ml. A ausência de tosses e engasgos foi predominante. O som do tipo 3 predominou em todos os volumes exceto em 20 ml onde predominou o som do tipo 1. Concluindo, as características da deglutição dos idosos saudáveis representaram alterações compatíveis com as mudanças fisiológicas decorrentes da idade e não evidenciaram a disfagia. No segundo estudo, 38 idosos com doença arterial coronária constituíram o Grupo de Pesquisa (GP) e foram comparados a 30 idosos saudáveis no Grupo Controle (GC). Foram avaliados 27 homens e 11 mulheres no GP, com média de idade de 68 anos. No GC foram avaliados 15 homens e 15 mulheres, com idade média de 70 anos. Houve diferença significativa no tempo de resposta da deglutição nos cardiopatas com FC abaixo de 60 , sendo mais curto em 3 ml, 10 ml, 15 ml e 20 ml. A FC permaneceu mais baixa nos cardiopatas. Não houve diferença significativa nos outros parâmetros, ou seja, os idosos cardiopatas foram semelhantes aos idosos saudáveis, exceto pelo tempo curto para a resposta da deglutição. Concluindo, a presente pesquisa mostrou que os idosos cardiopatas apresentam diferença na função de deglutição em relação aos idosos saudáveis. Os cardiopatas apresentam alterações da coordenação temporal entre respiração e deglutição, revelando risco para a disfagia. As técnicas de ausculta cervical e oximetria de pulso favoreceram a análise objetiva desses dados.

Palavras-chave:  Auscultação, Avaliação/métodos, Deglutição, Idoso, Infarto do miocárdio, Oximetria, Transtornos de deglutição/etiologia