Arquivo da categoria: Elderly

Measuring elderly dysphagic patients’ performance in eating–a review

Hansen T; Kjaersgaard A; Faber J

Disabil Rehabil;33(21-22):1931-40, 2011.

PURPOSE: This review aims to identify psychometrically robust assessment tools suitable for measuring elderly dysphagic patients’ performance in eating for use in clinical practice and research. METHOD: Electronic databases, related citations and references were searched to identify assessment tools integrating the complexity of the eating process. Papers were selected according to criteria defined a priori. Data were extracted regarding characteristics of the assessment tools and the evidence of reliability, validity and responsiveness. Quality appraisal was undertaken using developed criteria concerning the study design, the statistics used for the psychometric evaluation and the reported values. RESULTS: Eight of fourteen identified assessment tools met the inclusion criteria. Three assessment tools were specific to dementia, two were specific to stroke and three targeted a range of neurological and geriatric conditions. The rigor of the assessment tools’ psychometric properties varied from no evidence available to excellent evidence. Only two assessment tools were rated adequate to excellent. CONCLUSION: ‘The Minimal Eating Observation Form-Version II’ to be used for screening and ‘The McGill Ingestive Skills Assessment’ to be used for treatment planning and monitoring appeared to be psychometrically robust for clinical practice and research. However, further research on their psychometric properties is needed.

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A instituição asilar como fator potencializador da disfagia

Furkim, Ana Maria; Duarte, Silvana Triló; Hildebrandt, Patrícia Tenório; Rodrigues, Katia Alonso
Rev. CEFAC 12(6): 954-963, ILUS. 2010 Dec.

RESUMO

OBJETIVO: verificar se as condições referentes à estrutura geral dos asilos, recursos humanos e rotinas diárias de alimentação em instituições asilares, podem potencializar alterações da dinâmica da deglutição em idosos.
MÉTODOS: foi aplicado questionário aos dirigentes de cinco instituições asilares do município do Rio de Janeiro, no qual constavam perguntas em relação aos recursos materiais, humanos e rotina alimentar.
RESULTADOS: o asilo do sistema privado foi o único a aproximar-se das condições ideais da estrutura geral para o atendimento do idoso. Em relação aos recursos humanos existentes, nenhum dos asilos possuía todos os profissionais exigidos pela portaria nº810/89. Em relação às rotinas diárias de alimentação, em uma das instituições pesquisadas, cuja maioria dos residentes não faziam uso de próteses dentárias, não havia restrição na consistência alimentar oferecida. Outro fator significativo diz respeito à negligência referente à higiene bucal, favorecendo a colonização de bactérias na cavidade oral, podendo agravar infecções pulmonares no caso de microaspirações. O fato dos idosos deitarem para dormir logo após o término das refeições, como ocorrido em três das instituições pesquisadas, tem grande importância na medida em que favorece a ocorrência de episódios de refluxo gastroesofágico.
CONCLUSÃO: foram observados que em todas as instituições pesquisadas há fatores que podem potencializar um distúrbio de deglutição, como problemas em relação à estrutura geral e ou aos recursos humanos e ou relativos à rotina alimentar estabelecida.

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Laryngotracheal separation procedure for elderly patients

Watanabe K; Nakaya M; Miyano K; Abe K
Am J Otolaryngol; 32(2): 156-8, 2011 Mar-Apr.
ABSTRACT
A procedure for laryngotracheal separation was performed on 5 elderly patients in poor general condition to prevent habitual aspiration pneumonia. Intractable aspiration was relieved in all the patients with no major postoperative complications. In this intervention, a modification of the procedure previously reported, the anterior part of the tracheal and cricoid cartilage was removed, and the subglottic mucosa was sutured to fashion a blind pouch. This procedure could be adjusted even in cases of severe laryngoptosis or after high tracheostomy. Laryngotracheal separation is likely to be useful as a simple and safe procedure even for older patients. If this comes to be, it will serve as a valuable intervention in today’s aging society.

Avaliação clínica e videofluoroscópica de pacientes com distúrbios da deglutição-estudo comparativo em dois grupos etários: adultos e idosos

Suzuki, Heloisa Sawada; Nasi, Ary; Ajzen, Sérgio; Bilton, Tereza; Sanches, Elaine Palinkas.

Arq. gastroenterol;43(3):201-205, jul.-set. 2006. tab

RESUMO

RACIONAL: As anomalias do processo da deglutição têm etiologia multifatorial e complexa. A videofluoroscopia da deglutição tem sido apontada como o exame de maior utilidade na investigação diagnóstica desses casos. Tal método, quando precedido de anamnese clínica adequada, consegue caracterizar convenientemente o grau de disfunção e, freqüentemente, identificar a causa da anomalia com grande precisão.
OBJETIVOS: Estudar as queixas clínicas e os achados da videofluoroscopia em pacientes com distúrbios da deglutição, sem evidências clínicas de afecções neurológicas associadas, distribuídos em duas faixas etárias – adultos e idosos – e analisar as manifestações sintomáticas, o tipo de disfunção (orofaríngea ou esofágica) e a capacidade de elucidação da queixa clínica pelo método de imagem.
MATERIAL E MÉTODOS: Foram analisados 70 pacientes com queixa de alteração na capacidade de deglutição, sem evidências clínicas de afecções neurológicas associadas, distribuídos em dois grupos: adultos (GI) — idade inferior ou igual a 65 anos (n = 36) e idosos (GII) — idade superior a 65 anos (n = 34). Todos foram submetidos a anamnese para obtenção de informações sobre queixas em relação à deglutição; as queixas foram caracterizadas como altas ou baixas, de acordo com o local predominante de manifestação. Todos os pacientes foram submetidos a videofluoroscopia da deglutição; as alterações observadas com esse exame foram caracterizadas como orofaríngeas ou esofágicas. Avaliou-se a capacidade de elucidação da queixa clínica pela videofluoroscopia nos dois grupos.
RESULTADOS: Dentre as queixas analisadas, a única cuja análise estatística demonstrou diferença significante entre os grupos, foi a de pirose, que ocorreu com maior freqüência no grupo de adultos (oito pacientes (22,2%) do GI e um (2,9%) do GII referiam tal queixa). Ao estudo videofluoroscópico, observou-se maior ocorrência de disfunção orofaríngea no grupo de pacientes idosos (41,2% GII x 13,9% GI) e ocorrência semelhante, nos dois grupos, de disfunção esofágica (35,3% GII x 33,3% GI). Dezenove (52,8%) pacientes do GI e 23 (67,6%) do GII tiveram suas queixas clínicas elucidadas pela videofluoroscopia.
CONCLUSÕES: 1. As queixas clínicas associadas ao quadro de dificuldade de deglutição ocorrem com freqüência semelhante em adultos e idosos, com exceção da queixa de pirose que predomina no grupo com idade menos avançada; 2. pacientes idosos apresentam maior ocorrência de alterações altas de deglutição (orofaríngeas); 3. a videofluoroscopia da deglutição representa método de grande importância diagnóstica, pois permite a identificação de alterações morfofuncionais relevantes que não são passíveis de identificação adequada à anamnese, e 4. a capacidade de elucidação diagnóstica da videofluoroscopia da deglutição é maior no grupo com idade mais avançada.

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Disfagia orofaríngea en ancianos ingresados en una unidad de convalecencia

Silveira Guijarro, L. J. et al.

Nutr. Hosp., Jun 2011, vol.26, no.3, p.501-510. ISSN 0212-1611

RESUMEN

Objetivo principal: Describir la prevalencia de disfagia orofaríngea al alta en ancianos ingresados en una Unidad de Subagudos (USA) usando el Método de Evaluación Clínica Volumen-Viscosidad (MECV-V) y una versión adaptada en demencia grave (MECV-V-G).
Metodología y diseño: Estudio transversal, descriptivo; periodo: 50 días. Datos de la historia clínica de todos los pacientes al alta hospitalaria: demográficos, clínicos, factores de riesgo y complicaciones de disfagia, evolución funcional y resultados del MECV-V y MECV-V-G. Se describen comparando características de los grupos con y sin disfagia.
Resultados: 86 pacientes (60% mujeres), edad media 83,8 ± 6,7 años. La anamnesis dirigida detectó disfagia orofaríngea previa en 23 pacientes (26%). El MECV-V detectó disfagia orofaríngea en 46 pacientes (53,5%). De ellos 30 pacientes (65,21%) tuvieron trastorno mixto de deglución, 15 (32,6%) trastorno aislado de eficacia y 1 (2,17%) trastorno aislado de seguridad.
Aquellos con test de disfagia positivo, tenían, de manera estadísticamente significativa, mayor prevalencia de deterioro cognitivo, mayor edad, más antecedentes de disfagia previa, peor evolución funcional y de movilidad y más complicaciones durante su estancia en USA.
Conclusiones: La disfagia es altamente prevalente en este grupo de ancianos hospitalizados. Mediante la anamnesis dirigida sólo se diagnóstica la mitad de los casos. El MECV-V detectó una alta prevalencia de disfagia que recomienda su uso rutinario especialmente en pacientes de riesgo teniendo en cuenta las peculiaridades de utilización en ancianos. Dicha población de riesgo vendría definida por características como mayor edad, deterioro cognitivo y/o funcional.

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Enteral nutrition in patients with dementia and stroke

Freeman C; Ricevuto A; DeLegge MH
Curr Opin Gastroenterol; 26(2): 156-9, 2010 Mar.
PURPOSE OF REVIEW: Patients suffering from dementia or significant cognitive impairment (SCI) due to neurologic injury routinely receive percutaneous endoscopic gastrostomy (PEG) due to swallowing difficulty or lack of appetite. This review discusses current data and opinion regarding the risks and benefits of PEG in these populations.
RECENT FINDINGS: The current data regarding PEG placement in patients with dementia or SCI due to neurologic injury do not confirm either improvement or worsening of survival. Significant risk factors for poor prognosis after PEG include sex, hypoalbuminemia, age, chronic heart failure, and subtotal gastrectomy. Complications associated with enteral nutrition are minor and easily controlled when managed by a nutritional team. Alternative options for feeding elderly demented patients are available for family members considering PEG.
SUMMARY: In contrast to previously published data regarding worse clinical outcomes in the dementia and SCI populations receiving PEG, recent data suggest that clinical outcomes in this population are no different than in other patient populations receiving PEG. A prospective, randomized study is needed to ascertain whether PEG is appropriate and beneficial in the dementia/SCI populations.

Lower esophageal sphincter relaxation is impaired in older patients with dysphagia

Autor(es): Besanko LK; Burgstad CM; Mountifield R; Andrews JM; Heddle R; Checklin H; Fraser RJ
Fonte: World J Gastroenterol; 17(10): 1326-31, 2011 Mar 14.
ABSTRACT
AIM: To characterize the effects of age on the mechanisms underlying the common condition of esophageal dysphagia in older patients, using detailed manometric analysis. METHODS: A retrospective case-control audit was performed on 19 patients aged ≥ 80 years (mean age 85 ± 0.7 year) who underwent a manometric study for dysphagia (2004-2009). Data were compared with 19 younger dysphagic patients (32 ± 1.7 years). Detailed manometric analysis performed prospectively included basal lower esophageal sphincter pressure (BLESP), pre-swallow and nadir LESP, esophageal body pressures and peristaltic duration, during water swallows (5 mL) in right lateral (RL) and upright (UR) postures and with solids. Data are mean ± SE; a P-value < 0.05 was considered significant. RESULTS: Elderly dysphagic patients had higher BLESP than younger patients (23.4 ± 3.8 vs 14.9 ± 1.2 mmHg; P < 0.05). Pre-swallow LESP was elevated in the elderly in both postures (RL: 1 and 4 s P = 0.019 and P = 0.05; UR: P < 0.05 and P = 0.05) and solids (P < 0.01). In older patients, LES nadir pressure was higher with liquids (RL: 2.3 ± 0.6 mmHg vs 0.7 ± 0.6 mmHg, P < 0.05; UR: 3.5 ± 0.9 mmHg vs 1.6 ± 0.5 mmHg, P = 0.01) with shorter relaxation after solids (7.9 ± 1.5 s vs 9.7 ± 0.4 s, P = 0.05). No age-related differences were seen in esophageal body pressures or peristalsis duration. CONCLUSION: Basal LES pressure is elevated and swallow-induced relaxation impaired in elderly dysphagic patients. Its contribution to dysphagia and the effects of healthy ageing require further investigation.