Arquivo da categoria: Intensive Care

Cuff pressure control in intensive care unit: training effects.

Renata de Martin Penitenti, et al.

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.2, pp. 192-195.

OBJECTIVES: Direct cuff pressure to the tracheal wall can cause damage. This paper aimed to verify the effectiveness of nursing team training on cuff pressure control. METHODS: A retrospective survey was initially made on the records of cuff pressure measurements from January 2007 to June 2008 and the inadequacy percent was verified. Next, a nursing team training program was provided involving all nursing shift teams during June 2008, and after the training the appropriate cuff pressures proportion was prospectively recorded between June and December 2008. The proportion of inappropriate cuff pressure was compared between the work shifts (morning, afternoon and evening-night) and between pre- and post-training, using the qualitative Chi-square test. The 5% limit (p<0.05) was considered for significant differences. RESULTS: For the pre-training period, inappropriate cuff pressure measures (over 30cmH2O) during morning, afternoon and evening-night shifts were 9.2%, 11.9% and 13.7%, respectively. For the post-training phase, 7.6%, 4.1% and 5.2% inappropriate cuff-pressures were identified for the morning, afternoon and evening-night shifts, respectively, with a significant reduction for the afternoon and evening-night shifts, respectively (p<0.001). CONCLUSION: Nursing team training was effective for inadequate cuff pressure harms awareness improvement, and resulted in safer pressure levels.

Palavras-chave : Blood pressure determination [methods]; Intubation [intratracheal]; Tracheostomy; Inservice training; Nursing [team].

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Controle da pressão do cuff na unidade terapia intensiva: efeitos do treinamento.

Renata de Martin Penitenti, et al.

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.2, pp. 192-195.

OBJETIVOS: A pressão do cuff é transmitida de forma direta na parede da traquéia e isto pode ocasionar lesões. O objetivo deste trabalho foi verificar a eficácia de um treinamento com a equipe de enfermagem no controle da pressão do cuff. MÉTODOS: Foi realizado um levantamento retrospectivo das mensurações da pressão de cuff de janeiro de 2007 a junho de 2008, verificando-se o percentual de inadequação. Posteriormente, foi elaborado um programa de treinamento da equipe de enfermagem durante o mês de Junho 2008 em todos os três turnos de trabalho. Após o encerramento dessa fase de treinamento, o percentual de adequação na pressão de cuff foi verificado prospectivamente durante os meses de Julho a Dezembro. Foi comparado o percentual de inadequação da pressão do cuff entre os turnos de trabalho (matutino, vespertino e noturno) e entre os períodos pré-treinamento e pós-treinamento pelo teste qualitativo de qui-quadrado, considerando-se como significativa diferença acima de 5% (p<0,05). RESULTADOS: No período pré-treinamento as medidas inadequadas das pressões do cuff (acima de 30cmH2O) nos períodos matutino, vespertino e noturno foram respectivamente 9,2; 11,9 e 13,7%. Após o treinamento foi verificada inadequação de 7,6; 4,1 e 5,2%, nos mesmos períodos, observando-se diminuição significativa no tocante aos períodos vespertino e noturno pré e pós (p<0,001). CONCLUSÃO: O treinamento realizado com a equipe de enfermagem demonstrou-se efetivo na conscientização dos malefícios da pressão do cuff inadequada, acarretando na utilização de níveis de pressão mais seguros nos pacientes.

Palavras-chave : Determinação da pressão arterial [métodos]; Intubação intratraqueal; Traqueostomia; Capacitação em serviço; Equipe de enfermagem.

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Factors associated with increased mortality and prolonged length of stay in an adult intensive care unit.

Ana Beatriz Francioso de oliveira, et al.

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.3, pp. 250-256.

OBJECTIVE: The intensive care unit is synonymous of high severity, and its mortality rates are between 5.4 and 33%. With the development of new technologies, a patient can be maintained for long time in the unit, causing high costs, psychological and moral for all involved. This study aimed to evaluate the risk factors for mortality and prolonged length of stay in an adult intensive care unit. METHODS: The study included all patients consecutively admitted to the adult medical/surgical intensive care unit of Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas, for six months. We collected data such as sex, age, diagnosis, personal history, APACHE II score, days of invasive mechanical ventilation orotracheal reintubation, tracheostomy, days of hospitalization in the intensive care unit and discharge or death in the intensive care unit. RESULTS: Were included in the study 401 patients; 59.6% men and 40.4% women, age 53.8±18.0. The mean intensive care unit stay was 8.2±10.8 days, with a mortality rate of 13.5%. Significant data for mortality and prolonged length of stay in intensive care unit (p <0.0001), were: APACHE II>11, OT-Re and tracheostomy. CONCLUSION: The mortality and prolonged length of stay in intensive care unit intensive care unit as risk factors were: APACHE>11, orotracheal reintubation and tracheostomy.

Palavras-chave : Intensive care unit; Mortality; Length of stay; Risk factors.

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Fatores associados à maior mortalidade e tempo de internação prolongado em uma unidade de terapia intensiva de adultos.

Ana Beatriz Francioso de oliveira, et al.

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.3, pp. 250-256.

OBJETIVO: A unidade de terapia intensiva é sinônimo de gravidade e apresenta taxa de mortalidade entre 5,4% e 33%. Com o aperfeiçoamento de novas tecnologias, o paciente pode ser mantido por longo período nessa unidade, ocasionando altos custos financeiros, morais e psicológicos para todos os envolvidos. O objetivo do presente estudo foi avaliar os fatores associados à maior mortalidade e tempo de internação prolongado em uma unidade de terapia intensiva adulto. MÉTODOS: Participaram deste estudo todos os pacientes admitidos consecutivamente na unidade de terapia intensiva de adultos, clínica/cirúrgica do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas, no período de seis meses. Foram coletados dados como: sexo, idade, diagnóstico, antecedentes pessoais, APACHE II, dias de ventilação mecânica invasiva, reintubação orotraqueal, traqueostomia, dias de internação na unidade de terapia intensiva, alta ou óbito na unidade de terapia intensiva. RESULTADOS: Foram incluídos no estudo 401 pacientes, sendo 59,6% homens e 40,4% mulheres, com idade média de 53,8±18,0 anos. A média de internação na unidade de terapia intensiva foi de 8,2±10,8 dias, com taxa de mortalidade de 13,46%. Dados significativos para mortalidade e tempo de internação prolongado em unidade de terapia intensiva (p<0,0001), foram: APACHE II >11, traqueostomia e reintubação. CONCLUSÃO: APACHE >11, traqueostomia e reintubação estiveram associados, neste estudo, à maior taxa de mortalidade e tempo de permanência prolongado em unidade de terapia intensiva.

Palavras-chave : Unidade de terapia intensiva; Mortalidade; Tempo de internação; Fatores de risco.

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Profile of the elderly admitted into general intensive care units in Rio Grande, Southern Brazil: results of a cross-sectional survey.

Luiz Eduardo C. Schein e Juraci A. Cesar

Rev. bras. epidemiol.[online]. 2010, vol.13, n.2, pp. 289-301.

This study aimed at assessing the profile of patients aged > 60 years admitted into intensive care units (ICU) in the city of Rio Grande, Southern Brazil. A cross-sectional survey was carried out between April/2007 and March/2008 in two hospitals. Family members answered a standardized questionnaire that collected data on demographic and socioeconomic characteristics, household conditions, use of healthcare services and current clinical conditions. Among the 213 elderly people included in the study, about 90% came from Rio Grande, were married, aged 70 years or more, had at least five years of schooling, earned two or more minimum wages, owned their house, and did not have health insurance; 88% had had a medical appointment in the previous six months and 56% a hospital admission in the previous 12 months; half of them were unconscious when they were admitted into the ICU; most of them came from the same hospital and were put on mechanical ventilation; for 45%, the mean duration of ICU stay was 8 days before death. This study shows that it is possible to identify elderly individuals with the highest potential to be admitted in intensive care units based on their socioeconomic and environmental conditions.

Palavras-chave : Elderly; Geriatrics; Elderly patients; Hospitalizations; Intensive care unit; Intensive treatment; Outcome.

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Perfil de idosos admitidos em unidades de terapia intensiva gerais em Rio Grande, RS: resultados de um estudo de demanda.

Luiz Eduardo C. Schein e Juraci A. Cesar

Rev. bras. epidemiol. [online]. 2010, vol.13, n.2, pp. 289-301.

Este estudo teve por objetivo conhecer o perfil do paciente com 60 anos ou mais de idade internado nas duas unidades de terapia intensiva (UTI) do município de Rio Grande, RS. Utilizando-se de delineamento transversal, entre abril/2007 e março/2008, entrevistadores previamente treinados aplicaram questionário padrão investigando sobre suas características demográficas, socioeconômicas e ambientais, utilização prévia de serviços de saúde e condições clínicas, que em 90% dos casos foram respondidos por familiares. Os 213 idosos hospitalizados neste período provinham, em sua maioria, do próprio município, eram casados, tinham mais de 70 anos, cinco anos de escolaridade, dois ou mais salários mínimos de renda familiar mensal, viviam em casa própria com outras duas pessoas e não possuíam plano de saúde; 88% foram à consulta médica nos últimos seis meses e 56% foram hospitalizados nos últimos 12 meses; metade deles chegaram à UTI inconscientes, por problemas clínicos oriundos da enfermaria do próprio hospital, onde 147 foram submetidos a ventilação mecânica, e 45% do grupo total evoluiu para óbito, em média, no oitavo dia. Estes dados mostram que é possível identificar idosos com maior potencial de internação em UTI também a partir de suas condições socioeconômicas e ambientais.

Palavras-chave : Idosos; Geriatria; Paciente idoso; Hospitalizações; Unidade de terapia intensiva; Cuidados intensivos.

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End of life and palliative care in intensive care unit.

Rachel Duarte Moritz, et al.

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2008, vol.20, n.4, pp. 422-428.

The objective of this review was to evaluate current knowledge regarding terminal illness and palliative care in the intensive care unit, to identify the major challenges involved and propose a research agenda on these issues The Brazilian Critical Care Association organized a specific forum on terminally ill patients, to which were invited experienced and skilled professionals on critical care. These professionals were divided in three groups: communication in the intensive care unit, the decision making process when faced with a terminally ill patient and palliative actions and care in the intensive care unit. Data and bibliographic references were stored in a restricted website. During a twelve hour meeting and following a modified Delphi methodology, the groups prepared the final document. Consensual definition regarding terminality was reached. Good communication was considered the cornerstone to define the best treatment for a terminally ill patient. Accordingly some communication barriers were described that should be avoided as well as some approaches that should be pursued. Criteria for palliative care and palliative action in the intensive care unit were defined. Acceptance of death as a natural event as well as respect for the patient’s autonomy and the nonmaleficence principles were stressed. A recommendation was made to withdraw the futile treatment that prolongs the dying process and to elected analgesia and measures that alleviate suffering in terminally ill patients. To deliver palliative care to terminally ill patients and their relatives some principles and guides should be followed, respecting individual necessities and beliefs. The intensive care unit staff involved with the treatment of terminally ill patients is subject to stress and tension. Availability of a continuous education program on palliative care is desirable.

Palavras-chave : Hospice care; Terminal ill; Life support care; Intensive care.

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Terminalidade e cuidados paliativos na unidade de terapia intensiva.

Rachel Duarte Moritz, et al. 

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2008, vol.20, n.4, pp. 422-428.

O objetivo da presente revisão foi avaliar o estado atual do conhecimento sobre doença terminal e cuidados paliativos em unidade de terapia intensiva. Identificar as questões-chave e sugerir uma agenda de pesquisa sobre essas questões. A Associação Brasileira de Medicina Intensiva organizou um fórum especifico para o debate de doenças terminais na unidade de terapia intensiva, onde participaram profissionais experientes em medicina intensiva. Esses profissionais foram subdivididos em 3 subgrupos, que discutiram: comunicação em unidade de terapia intensiva, decisões diante de um doente terminal e cuidados/ações paliativas na unidade de terapia intensiva. As informações e referências bibliográficas foram copiladas e trabalhadas através de um site de acesso restrito. Os trabalhos ocorreram em 12 horas quando foram realizadas discussões sistematizadas seguindo o método Delphi modificado. Foram elaboradas definições sobre a terminalidade. A adequada comunicação foi considerada de primordial importância para a condução do tratamento de um paciente terminal. Foram descritas barreiras de comunicação que devem ser evitadas sendo definidas técnicas para a boa comunicação. Foram também definidos os critérios para cuidados e ações paliativas nas unidades de terapia intensiva, sendo considerada fundamental a aceitação da morte, como um evento natural, e o respeito à autonomia e não maleficência do paciente. Considerou-se aconselhável a suspensão de medicamentos fúteis, que prolonguem o morrer e a adequação dos tratamentos não fúteis privilegiando o controle da dor e dos sintomas para o alívio do sofrimento dos pacientes com doença terminal. Para a prestação de cuidados paliativos a pacientes críticos e seus familiares, devem ser seguidos princípios e metas que visem o respeito às necessidades e anseios individuais. Os profissionais da unidade de terapia intensiva envolvidos com o tratamento desses pacientes são submetidos a grande estresse e tensão sendo desejável que lhes sejam disponíveis programas de educação continuados sobre cuidados paliativos.

Palavras-chave : Cuidados paliativos; Doente terminal; Cuidados para prolongar a vida; Cuidados intensivos.

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Epidemiological profile of patients with tracheotomy in a referral public hospital intensive care unit in Belo Horizonte.

Cláudio Dornas de Oliveira, et al. 

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.1, pp. 47-52.

OBJECTIVES: Tracheostomy is a common procedure in intensive care unit to promote mechanical ventilation weaning. Despite tracheostomy is increasingly used there is no agreement of actual clinical practice of tracheostomy in different groups of patients in our environment. Objective of this study was to evaluate the epidemiological profile and outcomes of patients with tracheostomy at a clinical-surgical intensive care unit and compare this profile with the current literature. METHODS: Retrospective descriptive study through review of medical records and quality control database of “QuaTI” (Qualidade em Terapia Intensiva) of 87 patients with tracheostomy at Santa Casa de Belo Horizonte intensive care unit in 2007. We studied variables related to evolution aspects. RESULTS: The clinical and epidemiological analysis of the 87 patients showed: mean age 58 ± 17 years, mean Acute Physiology and Chronic Health Evaluation – APACHE II 18 ± 6, mean time of orotracheal intubation before tracheostomy of 11.17 ± 4.78 days. Intensive care unit mortality was 40.2% (35/87 patients), ward mortality was 36.5% (19/52) and overall hospital mortality 62.1% (54/87). Mean age of patients who died at intensive care unit (65 + 17 years) was greater than who were discharged to ward (53 ± 16 years) p = 0.003. Mean age of who died in hospital (intensive care unit and ward) (62 ± 17 years) was also higher than survivors (52 ± 16 years) p = 0.008. Old age (> 65 years) was related to intensive care unit mortality (OR 2.874, CI 1.165 a 7.088 p = 0.020) and also related to the overall hospital mortality (OR 3.202, CI 1.188 a 8.628 p = 0.019). There were not others variables related to mortality in this sample. CONCLUSIONS: The epidemiological profile of patients who underwent tracheotomy in the intensive care unit showed high mortality rate when compared to international series. Senility was related to worse outcome in these patients. Other issues were not related mortality in this group.

Palavras-chave : Ventilator weaning; Respiration artificial; Age; Tracheostomy.

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Aspectos epidemiológicos de pacientes traqueostomizados em unidade de terapia intensiva adulto de um hospital de referência ao Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte.

Cláudio Dornas de Oliveira, et al. 

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2010, vol.22, n.1, pp. 47-52.

OBJETIVOS: A traqueostomia é frequentemente realizada com a finalidade de favorecer o desmame da ventilação mecânica. No entanto, não se conhece o real impacto da traqueostomia nos diversos grupos de pacientes em nosso meio. O objetivo deste trabalho foi avaliar características epidemiológicas dos pacientes submetidos à traqueostomia na unidade de terapia intensiva da Santa Casa de Belo Horizonte e traçar paralelos com outros estudos semelhantes. MÉTODOS: Estudo descritivo, retrospectivo, através de revisão de prontuários e banco de dados do sistema “QuaTI” (Qualidade em Terapia Intensiva) de 87 pacientes traqueostomizados no ano de 2007. RESULTADOS: A análise dos 87 pacientes estudados mostrou média de idade de 58 ±  17 anos, média do APACHE II de 18 ±  6, tempo médio de intubação orotraqueal de 11,17 ±  4,78 dias, mortalidade na unidade de terapia intensiva de 40,2% e mortalidade hospitalar geral de 62,1%. A média de idade dos pacientes que faleceram na unidade de terapia intensiva (65 ±  17 anos) foi maior que a daqueles que receberam alta (53 ±  16 anos)p = 0,003. A média de idade dos indivíduos que faleceram no hospital (62 ±  17anos) foi maior que a dos sobreviventes (52 ±  16 anos) p = 0,008. A senilidade (idade maior ou igual a 65 anos) constituiu fator relacionado a mortalidade na unidade de terapia intensiva (OR 2,874, IC 1,165 a 7,088 p = 0,020) e à mortalidade hospitalar geral (OR 3,202, IC 1,188 a 8,628 p = 0,019). Não foram observadas outras variáveis associados a mortalidade. CONCLUSÕES: O perfil epidemiológico de pacientes traqueostomizados na unidade de terapia intensiva deste estudo revelou elevada taxa de mortalidade ao se comparar com estudos internacionais. A senilidade esteve relacionada a pior desfecho nestes pacientes. Não foram identificados outros aspectos relacionados a mortalidade no grupo estudado.

Palavras-chave : Desmame do respirador; Respiração artificial; Idade; Traqueostomia.

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