Arquivo da categoria: Palliative Care

Terminalidade e cuidados paliativos na unidade de terapia intensiva.

Rachel Duarte Moritz, et al. 

Rev. bras. ter. intensiva [online]. 2008, vol.20, n.4, pp. 422-428.

O objetivo da presente revisão foi avaliar o estado atual do conhecimento sobre doença terminal e cuidados paliativos em unidade de terapia intensiva. Identificar as questões-chave e sugerir uma agenda de pesquisa sobre essas questões. A Associação Brasileira de Medicina Intensiva organizou um fórum especifico para o debate de doenças terminais na unidade de terapia intensiva, onde participaram profissionais experientes em medicina intensiva. Esses profissionais foram subdivididos em 3 subgrupos, que discutiram: comunicação em unidade de terapia intensiva, decisões diante de um doente terminal e cuidados/ações paliativas na unidade de terapia intensiva. As informações e referências bibliográficas foram copiladas e trabalhadas através de um site de acesso restrito. Os trabalhos ocorreram em 12 horas quando foram realizadas discussões sistematizadas seguindo o método Delphi modificado. Foram elaboradas definições sobre a terminalidade. A adequada comunicação foi considerada de primordial importância para a condução do tratamento de um paciente terminal. Foram descritas barreiras de comunicação que devem ser evitadas sendo definidas técnicas para a boa comunicação. Foram também definidos os critérios para cuidados e ações paliativas nas unidades de terapia intensiva, sendo considerada fundamental a aceitação da morte, como um evento natural, e o respeito à autonomia e não maleficência do paciente. Considerou-se aconselhável a suspensão de medicamentos fúteis, que prolonguem o morrer e a adequação dos tratamentos não fúteis privilegiando o controle da dor e dos sintomas para o alívio do sofrimento dos pacientes com doença terminal. Para a prestação de cuidados paliativos a pacientes críticos e seus familiares, devem ser seguidos princípios e metas que visem o respeito às necessidades e anseios individuais. Os profissionais da unidade de terapia intensiva envolvidos com o tratamento desses pacientes são submetidos a grande estresse e tensão sendo desejável que lhes sejam disponíveis programas de educação continuados sobre cuidados paliativos.

Palavras-chave : Cuidados paliativos; Doente terminal; Cuidados para prolongar a vida; Cuidados intensivos.

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Disorders of Swallowing: Palliative Care

Langmore SE, Grillone G, Elackattu A, Walsh M.

Otolaryngol Clin North Am. 2009 Feb;42(1):87-105, ix.

Abstract

This article defines palliative care for swallowing disorders as treatment for severe and chronic dysphagia or intractable aspiration when the recovery of normal swallowing is not anticipated and attempts to restore normal swallowing have been unsuccessful. Palliative treatment for dysphagia is not only for the dying patient because patients with difficulty swallowing can live for a long time. Palliative care for dysphagia is aimed at maximizing swallowing function, maintaining pulmonary health, and supporting healthy nutrition despite the impaired ability to swallow. When despite all attempts at intervention a patient becomes totally unable to swallow, the goal of therapy changes toward finding ways to provide adequate nutrition for the patient.

ACESSE O PERIÓDICO

Palliative care for advanced Parkinson disease: An interdisciplinary clinic and new scale, the ESAS-PD.

Parkinsonism Relat Disord. 2012 Aug 3. [Epub ahead of print]

Abstract

Palliative care provides a holistic approach to symptom relief using a multidisciplinary team approach to enhance quality of life throughout the entire course of a particular illness. The care team consists of movement disorders neurologist, a palliative care physician, a wound care nurse, a spiritual counselor and a care coordinator. Palliative care concepts were applied to a group of advanced Parkinson disease (PD) patients in a dedicated Palliative Care Clinic.

METHODS:

A modified Edmonton Symptom Assessment System Scale for PD (ESAS-PD) was developed and applied to 65 PD patients at their initial consultation and following recommended interventions. Scores were compared to those of metastatic cancer patients reported in the palliative care literature.

RESULTS:

The ESAS-PD scores significantly improved after the interventions (56 and 40 respectively, p = 0.0001). The most improved items were constipation, dysphagia, anxiety, pain and drowsiness. ESAS-PD scores were not significantly different from metastatic cancer patients’ ESAS scores.

CONCLUSIONS:

ESAS-PD is a quick, effective scale for assessment of late stage PD symptoms. Scores are sensitive to intervention, and therefore have potential clinical utility for physicians and other healthcare providers. Advanced PD patients have a similar degree of symptoms as metastatic cancer patients, respond to treatment in a similar way, and therefore should have access to palliative care services.

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