Arquivo da categoria: Parkinson’s disease

Aspectos fonaudiológicos na doença de Parkinson

Palermo, Simone; Tavares, Eloíza Fernandes; Bastos, Izabel Cristina Constantino; Mendes, Maria Filomena X.

Rev. bras. neurol; 43(1): 33-39, jan.-mar. 2007.

Resumo

A doença de Parkinson se caracteriza por alteração da motilidade involuntária que pode levar ao comportamento da articulação da palavra da voz e da deglutição em alguma fase da doença. O objetivo é relacionar o atendimento fonoaudiológico de acordo com o estágio da doença, aplicando técnicas fonoaudiológicas tradicionais possibilitando a intervenção na mobilidade e na flexibilidade oromuscular para a articulação dos sons, coordenação das estruturas da fala, controle e aumento da capacidade respiratória e dos distúrbios específicos da deglutição, visando aplicabilidade de técnicas fonoaudiológicas compatíveis com a doença de Parkinson, além de verificar se a alteração olfatória referida e constatada em avaliação fonoaudiológica, tem relação com possível déficit cognitivo (memória olfatória) ou faz parte do processo de senilidade. Foram selecionados 47 pacientes do ambulatório de distúrbios do movimento do INDC/UFRJ, com diagnóstico de doença de Parkinson, avaliados segundo a escala de Hoehn & Yahr, com queixas relativas à articulação da palavra, da fonação e da deglutição e encaminhados ao setor de fonoaudiologia. Dos 47 pacientes, selecionou-se 23 no estágio II da referida escala, visando aplicação mensal do exame TMF (tempo máximo fonatório) por um período de um ano e três meses, avaliando coaptação de pregas vocais, dinâmica respiratória, equilíbrio de força aerodinâmica rouca (85%), articulação disártrica (74%), anosmia (72%), tremor de língua (70%), disfagia (49%), sialismo presente (49%), ATM com deslocamento (47%), reflexo protetivo de tosse e pigarreio ausentes (28%) ritmo de fala bradilálico (23%), tremor da mandíbula (15%). No TMF, o maior percentual de alteração foi em eficiência glótica (34%) e o menor em hipercontração de pregas vocais (17%). A aplicação de técnicas fonoaudiológicas relativas aos distúrbios da comunicação oral e deglutição do paciente com doença de Parkinson no ambulatório de fonoaudiologia no INDC/UFRJ vem … Parkinson.

Assuntos

Humanos Doença de Parkinson/complicações Fonoaudiologia Distúrbios da Voz

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Disfagia do idoso: estudo videofluoroscópico de idosos com e sem doença de Parkinson

Bigal, Alessandra; Harumi, Daniela; Luz, Mislene; De Luccia, Gabriela; Bilton, Tereza.

Distúrb. comun; 19(2): 213-223, 2007.

Resumo

Objetivo: descrever as alterações nas fases oral, farínfea e esofágica da deglutição de pacientes idosos com doença de Parkinson (DP) avaliados pela videofluoroscopia, comparando com as queixas relatadas pelos mesmos; comparar as alterações entre pacientes com doença de Parkinson e um grupo de idosos com mais de 60 anos sem alterações neurológicas (grupo controle). Método: foram levantadas as principais queixas quanto à deglutição e avaliados pela videofluoroscopia 25 pacientes com doença de Parkinson (DP), sendo 19 do sexo masculino e 6 do sexo feminino entre o II e IV estágio da doença, segundo a escala modificada de Hoehn e Yahr. Os pacientes foram avaliados em todas as consistências alimentares. Os achados foram comparados com o grupo controle. Resultados: na fase oral, as alterações mais comuns foram: dificuldade no movimento de preparo e organização do bolo alimentar, fechamento labial inadequado, tremor da língua em repouso e durante a mastigação e permanência do meio de contraste em cavidade oral. Na fase faríngea foi observada estase em valéculas, recessos piriformes e esfíncter esofágico superior, necessidade de múltiplas deglutições para limpeza e aspiração laringo-traqueal. Na fase esofágica, presença de contrações terciárias, diminuição do peristaltismo, presença de refluxo gastroesofágico. Conclusão: pacientes com doença de Parkinson podem apresentar alterações nas fases oral, faríngea e esofágica da deglutição mais freqüentes do que em idosos sem alterações neurológicas .

Assuntos

Humanos Masculino Feminino Idoso Idoso de 80 Anos ou mais Deglutição Doença de Parkinson Idoso FluoroscopiaEstudos de Casos

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Avaliação e intervenção fonoaudiológica na doença de Parkinson: Análise clínica-epidemiológica de 32 pacientes

Simone Palermo, Izabel Cristina Constantino Bastos, Maria Filomena Xavier Mendes, Eloiza Fernandes Tavares, Débora Cristine Lopes dos Santos, Aline Fernandes da C. Ribeiro

Rev Bras Neurol, 45 (4): 17-24, 2009

Resumo
A doença de Parkinson é caracterizada por distúrbios do movimento que pode levar ao comprometimento da  articulação, da voz e da deglutição em alguma fase da doença.  O objetivo deste trabalho é traçar o perfil clínico epidemiológico de 32 pacientes no período de 2007/2008, mostrar a avaliação fonoaudiológica utilizada no Setor de Fonoaudiologia do INDC/UFRJ, apresentar técnicas fonoaudiológicas tradicionais aos profissionais da área da  fonoaudiologia que desejam atuar na doença, para possibilitar a intervenção adequada dos distúrbios da comunicação e deglutição de pacientes com doença de Parkinson. Foram selecionados 32 pacientes do Ambulatório de Distúrbios do Movimento do INDC/UFRJ com diagnóstico de doença de Parkinson, avaliados segundo a escala Hoehn & Yahr (estágio II), com queixas relativas à articulação da palavra, da fonação e da deglutição e encaminhados ao setor de  fonoaudiologia para a devida avaliação. Foi aplicado mensalmente, em todos os pacientes, o exame do tempo máximo fonatório (TMF) por um período de 1 ano, avaliando coaptação de pregas vocais, dinâmica respiratória, equilíbrio da força aerodinâmica e mioelástica da laringe. Entre os pacientes detectou-se: sexo masculino (24/75%), feminino (8/25%), brancos (15/47%), pardos (14/44%), negros (3/9%), média de idade no início da doença de 55 anos e na avaliação fonoaudiológica de 75 anos, iniciando com tremor em mãos (24/75%), voz rouca (26/81%), disartria (23/72%), disfagia (11/34%), reflexos protetivos presentes: tosse (31/96%), pigarreio (32/100%), anosmia (30/
93%), hiposmia (2/7%). No tempo máximo fonatório, o maior percentual de alteração foi em eficiência glótica (31/96%) e o menor na hipercontração das pregas vocais (4/12%). A aplicação de técnicas fonoaudiológicas relativas aos  distúrbios da comunicação e da deglutição do paciente com doença de Parkinson no Setor de Fonoaudiologia do INDC/UFRJ, vem sendo importante para a formulação de protocolos que permitam a avaliação e intervenção fonoaudiológicas adequadas, assim como sucessivas pesquisas nesta área visando promover melhor qualidade de vida ao paciente.

Palavras-chave: fonoaudiologia, terapia da palavra, doença de Parkinson

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A influência das fases oral e faríngea na dinâmica da deglutição

Elaine Keiko Yamada; Karina Oliveira de Siqueira; Denise Xerez; Hilton Augusto Koch; Milton Melciades B. Costa

Arq. Gastroenterol. vol.41 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2004

RESUMO

RACIONAL: Embora a dinâmica da deglutição ocorra de forma integrada, a fase oral não tem sido tão valorizada quanto a fase faríngea. 
OBJETIVOS: 
Avaliar, através do método videofluoroscópico, a fase oral da deglutição, para observar as características da organização do bolo líquido em voluntários sadios e as variações desta organização em exames de pacientes disfágicos. Estabelecer a inter-relação funcional dos estágios de organização e ejeção oral do bolo. Verificar a presença (ou ausência) de interferência do binômio organização/ejeção oral, sobre a fase faríngea da deglutição. 
CASUÍSTICA E MÉTODO: 
Analisaram-se os exames videofluoroscópicos de 44 indivíduos; destes, 14 eram adultos, voluntários sadios, e 30 disfágicos, sendo 15 pacientes com seqüelas de acidente vascular encefálico e 15 com doença de Parkinson. Todos os indivíduos estudados foram submetidos a avaliação videofluoroscópica da dinâmica da deglutição seguindo protocolo descrito por Junqueira e Costa. Privilegiou-se a incidência em perfil direito com meio de contraste líquido (solução de sulfato de bário).
RESULTADOS: Segundo a organização intra-oral do bolo contrastado, pôde-se classificar a organização oral como: fechada, aberta, que pode ser subdividida em anterior e ântero-superior, alongada e instável. A ejeção pode ser definida como: adequada, lentificada e em dois tempos. A correlação entre a dinâmica oral representada pela organização e a dinâmica faríngea pode ser percebida como: adequada, adaptada e alterada. Os diversos tipos de organização e ejeção, assim como as correlações observadas, mostram-se estatisticamente significantes.
CONCLUSÕES: A organização do tipo fechada é a que se caracterizou como normal. Organizações aberta ântero-superior, alongada e instável revelam alteração no processo da deglutição. As ejeções dos tipos lentificada e dois tempos também denotam alteração da fisiologia da deglutição. Existe correlação funcional entre os estágios de organização e ejeção oral. A organização oral influiu não só na qualidade da ejeção oral mas também na da dinâmica da fase faríngea.

Descritores: Deglutição, fisiologia. Transtornos de deglutição. Acidente cerebrovascular. Doença de Parkinson.

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Comparison of dysphagia before and after deep brain stimulation in Parkinson’s disease

 

Silbergleit AK, Lewitt P, Junn F, Schultz LR, Collins D, Beardsley T, Hubert M, Trosch R, Schwalb JM.

Mov Disord. 2012 Oct 31. doi: 10.1002/mds.25259.

Abstract

Although dysphagia is a common problem for many Parkinson’s disease (PD) patients, the effect of deep brain stimulation (DBS) on swallowing is unclear. Fourteen subjects with advanced PD underwent videofluorographic swallowing studies prior to bilateral DBS of the subthalamic nucleus (STN) and at 3 and 12 months postprocedure. They were tested under several stimulation and medication conditions. Subjects completed the Dysphagia Handicap Index at each time. There was a strong trend toward improved swallowing response for solid intake in the medication-free condition with the stimulator on compared with the stimulator off (P = .0107). Also, there was a trend toward improved oral preparation of thin liquids (P = .0368) in the medication-free condition when the stimulator was on versus off 12 months later. The remaining swallowing parameters showed no change or worsening of swallowing function regardless of stimulator or medication status. Results of the Dysphagia Handicap Index revealed significant improvement in subject self-perception of swallowing 3 and 12 months following the procedure compared with baseline on the functional subscale (P = .020 and P = .010, respectively), the emotional subscale (P = .013 and P = .003, respectively), and the total score (P = .025 and P = .003, respectively). These data suggest that bilateral STN-DBS does not substantively impair swallowing in PD. In addition, it may improve motor sequencing of the oropharyngeal swallow for solid consistencies (which are known to provide increased sensory feedback to assist motor planning of the oropharyngeal swallow). Subjects with advanced PD who are undergoing DBS may perceive significant improvement in swallowing ability despite the lack of objective improvements in swallowing function. © 2012 Movement Disorder Society.

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Deglutição e tosse nos diferentes graus da doença de Parkinson

Gasparim, Aretuza Zaupa; Jurkiewicz, Ari Leon; Marques, Jair Mendes; Santos, Rosane Sampaio; Marcelino, Paulo Cesar Otero; Herrero Junior, Francisco
Arquivos Int. Otorrinolaringol. (Impr.) 15(2): 181-188, TAB. 2011 Jun.

RESUMO

INTRODUÇÃO: A doença de Parkinson é uma das patologias que mais comumente afetam a deglutição.
OBJETIVO: Analisar a eficácia da deglutição e do reflexo de tosse nos casos de penetração laríngea ou aspiração traqueal com alimento, em diferentes estágios de severidade na doença de Parkinson. Forma de estudo: Corte contemporânea com corte transversal.
MÉTODO: A amostra constou de 38 pacientes no grupo de estudo e 38 indivíduos no grupo-controle submetidos a uma avaliação neurológica e uma avaliação otorrinolaringológica pela nasofibrolaringoscopia.
RESULTADOS:
O reflexo de tosse manifestou-se em 100% dos pacientes sem a oferta de alimento. A presença de estase alimentar em recessos piriformes e valéculas epiglóticas na deglutição das consistências líquida, pastosa e sólida foi significativa (p=0,0000). A ocorrência de penetração laríngea na consistência líquida foi significativa (p=0,0036). Aspiração traqueal ocorreu em seis pacientes do grupo de estudo na consistência líquida, e ausente no grupo-controle.
CONCLUSÃO: Eficácia da deglutição no grupo de estudo predominou na consistência sólida, seguida da consistência pastosa e líquida. No grupo-controle a deglutição foi eficaz em todos os indivíduos. O reflexo de tosse foi eficaz na maioria dos pacientes do grupo de estudo e a sua ineficácia predominou no subgrupo 2.

Palavras-chave: doença de Parkinson, tosse, transtornos de deglutição.

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Deglutition and tussis in different degrees of Parkinson disease

Gasparim, Aretuza Zaupa; Jurkiewicz, Ari Leon; Marques, Jair Mendes; Santos, Rosane Sampaio; Marcelino, Paulo Cesar Otero; Herrero Junior, Francisco
Arquivos Int. Otorrinolaringol. (Impr.) 15(2): 181-188, TAB. 2011 Jun.

SUMMARY

INTRODUCTION: Parkinson disease is one of the pathology that most usually affect the deglutition.
OBJECTIVE: To analyse the deglutition efficiency and the tussis reflex in laryngeal penetration cases or tracheal inhalation with meal, in different stages of Parkinson disease’s severity.
STUDY’S WAY: contemporaneous incision with transverse incision.
METHOD: The sample had 38 patients in the study group and 38 individuals in the control group submitted to a neurologic evaluation and otorhinolaryngological evaluation by nasofibrolaryngoscopy.
RESULTS: The tussis reflex showed up in 100% of patients without meal offering. The alimentary stasis presence in pyriform recess and vallecula epiglottic in solid, pasty and liquid consistence was significative (p= 0,0000). The laryngeal penetration occurrence in liquid consistence was significative (p= 0,0036). The tracheal inhalation occurred in 06 patients of the study group in liquid consistence and absent in control group.
CONCLUSION: Deglutition efficiency in study group prevailed the solid consistence, followed by pasty and liquid consistence. In control group the deglutition was effective in most patients case study group and its inefficacy prevailed in subgroup 2.

Keywords: Parkinson disease, tussis, deglutition disturbance.

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Speech and Swallowing in Parkinson’s Disease

Kris Tjaden

Top Geriatr Rehabil. 2008; 24(2): 115–126. doi:  10.1097/01.TGR.0000318899.87690.44

Abstract

Dysarthria and dysphagia occur frequently in Parkinson’s disease (PD). Reduced speech intelligibility is a significant functional limitation of dysarthria, and in the case of PD is likely related articulatory and phonatory impairment. Prosodically-based treatments show the most promise for addressing these deficits as well as for maximizing speech intelligibility. Communication-oriented strategies also may help to enhance mutual understanding between a speaker and listener. Dysphagia in PD can result in serious health issues, including aspiration pneumonia, malnutrition, and dehydration. Early identification of swallowing abnormalities is critical so as to minimize the impact of dysphagia on health status and quality of life. Feeding modifications, compensatory strategies, and therapeutic swallowing techniques all have a role in the management of dysphagia in PD.

Keywords: Parkinson’s disease, dysarthria, dysphagia, speech and swallowing treatment

Deglutição e reflexo de tosse na doença de Parkinson

Gasparim, Aretuza Zaupa
Rev. soc. bras. fonoaudiol. 15(4): 626-626, ND. 2010 Dec.

OBJETIVO: Analisar a eficácia da deglutição e do reflexo de tosse nos casos de penetração laríngea e/ou aspiração traqueal por alimento, em diferentes estágios de severidade na doença de Parkinson.
MÉTODOS: A amostra constou de 38 pacientes,com diagnóstico de doença de Parkinson, divididos em quatro grupos em relação aos graus da Escala de Estadiamento de Hoehn & Yahr (1976). Todos foram submetidos a avaliação neurológica e otorrinolaringológica, com o uso da nasofibrolaringoscopia, para verificar a presença de reflexo nauseoso, reflexo de tosse sem e com alimento, rima da glote, constrição supraglótica, tremor laríngeo e/ou glótico e mobilidade de prega vocal. Na avaliação da deglutição, o reflexo de tosse foi classificado em eficaz (manifestação de tosse) e não eficaz (ausência de tosse), nos casos de penetração laríngea e/ou aspiração traqueal por alimento.
RESULTADOS: Quanto aos achados laringológicos constatou-se rima glótica do tipo fusiforme anteroposterior em 14 indivíduos (36,8%), constrição supraglótica tipo anteroposterior em 12 indivíduos (31,6%) e tremor laríngeo em 50% dos casos.
CONCLUSÃO: A deglutição foi eficaz para os alimentos nas consistências líquida e sólida em pacientes parkinsonianos nos estágios 1 a 2,5 da Escala de Estadiamento de Hoehn & Yah (1976); e na consistência pastosa em pacientes parkinsonianos nos estágios 1 a 4; o reflexo de tosse foi eficaz para alimento de consistência pastosa nos estágios de 1 a 4 da doença de Parkinson.

 

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Prolonged swallowing time in dysphagic Parkinsonism patients with aspiration pneumonia

Lin CW, Chang YC, Chen WS, Chang K, Chang HY, Wang TG.

Arch Phys Med Rehabil. 2012 Jul 27. [Epub ahead of print]

Abstract

OBJECTIVE:

To quantitatively measure which dysphagic features, including swallowing time and hyoid bone displacement, would be associated with increased risk of aspiration pneumonia in dysphagic Parkinsonism patients.

DESIGN:

Clinical survey

SETTING:

Tertiary care center

PARTICIPANTS:

25 patients with Parkinsonism and dysphagia, referred for videofluoroscopic swallowing study, were recruited by retrospective review of medical records. They were divided into two groups according to the history of aspiration pneumonia.

INTERVENTIONS:

Not applicable.

MAIN OUTCOME MEASURES:

Swallowing time including onset of pharyngeal swallowing, oral transit time, and pharyngeal transit time, and maximum hyoid bone displacement including total, horizontal, and vertical displacement during swallowing in thin and thick bariums were recorded.

RESULTS:

Patients with history of aspiration pneumonia had significantly longer pharyngeal transit time (4.14 vs. 2.31s, p=0.038) and onset of pharyngeal swallowing (2.16 vs. 1.04 s, p= 0.031) than those without, when swallowing thin barium. Patients with aspiration pneumonia also had significantly longer swallowing time when swallowing thick barium (oral transit time 7.14 vs. 2.33 s, p=0.018; pharyngeal transit time 6.39 vs. 1.23, p=0.004; onset of pharyngeal swallowing 5.11 vs. 0.31, p=0.006). There was no significant difference in hyoid bone displacement between the two groups.

CONCLUSION:

Patients with Parkinsonism dysphagia and aspiration pneumonia had longer swallowing time than those without, but no difference in displacement of hyoid bone.

Copyright © 2012 the American Congress of Rehabilitation Medicine. Published by Elsevier Inc. All rights reserved.

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