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Association between severity of dysphagia and survival in patients with head and neck cancer

Shune SE; Karnell LH; Karnell MP; Van Daele DJ; Funk GF

Head Neck;34(6):776-84, 2012 Jun.

BACKGROUND: This study examined risk factors for dysphagia, a common and serious condition in patients with head and neck cancer, and the association between severity of dysphagia and survival. METHODS: Chart reviews were performed on patients diagnosed with head and neck cancer between January 2001 and April 2003, who had dysphagia diagnoses or swallowing evaluations. Regression analyses determined factors associated with dysphagia and the association between observed survival and severity of dysphagia. RESULTS: Almost 50% of the 407 patients had dysphagia. Risk factors included advanced stage, older age, female sex, and hypopharyngeal tumors. The most severe dysphagia ([L.] nil per os or “nothing by mouth” status), which was associated with lower survival rates, was the strongest independent predictor of survival. CONCLUSIONS: Swallowing problems should be considered when determining appropriate cancer-directed treatment and posttreatment care. Because of dysphagia’s high incidence rate and association with survival, a speech-language pathologist should be involved to ensure routine diagnostic and therapeutic swallowing interventions.

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Eating again: a physician’s personal experience after laryngectomy

Brook I

Nutr Cancer;64(5):635-6, 2012.

This article presents the author’s personal experiences in eating again after becoming a laryngectomee. He was diagnosed with hypopharyngeal carcinoma and underwent total laryngectomy with a free flap reconstruction. The personal story is told in the hope that nutritionists and other health care providers will realize the difficult challenges in obtaining adequate nutrition that a patient diagnosed with cancer who undergoes laryngectomy must face. These include the effects of radiation treatment and surgery, which create functional and anatomical changes that make swallowing difficult.

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Validation of the Japanese translation of the Swallowing Disturbance Questionnaire in Parkinson’s disease patients

Yamamoto T; Ikeda K; Usui H; Miyamoto M; Murata M

Qual Life Res;21(7):1299-303, 2012 Sep

PURPOSE: The Swallowing Disturbance Questionnaire (SDQ) was developed as a self-rated screening tool for dysphagia in patients with Parkinson’s disease (PD). We developed the Japanese version of this questionnaire (SDQ-J), according to the cross-cultural adaptation guidelines, and examined its reliability. METHODS: Subjects were 61 Japanese patients with PD (mean age, 67.0 ± 9.2 years) who answered the SDQ-J before undergoing videofluoroscopic examination of swallowing (VF). We compared the findings of the questionnaire with the patients’ aspiration status during VF. RESULTS: Cronbach’s alpha coefficient for the 15 questions of the SDQ-J was 0.84. According to the SDQ-J, 15 patients (24.6%) were diagnosed with dysphagia, while 9 patients (14.8%) aspirated liquid during VF. The sensitivity and specificity of the SDQ-J in predicting aspiration were 77.8 and 84.6%, respectively; therefore, the SDQ-J significantly predicted aspiration during VF (P < 0.01). The positive predictive value (PPV) and negative predictive value (NPV) for the SDQ-J were 0.46 and 0.96, respectively. CONCLUSIONS: The SDQ-J appears to be a reliable and useful screening tool for Japanese PD patients with aspiration. As the NPV was higher than the PPV in the SDQ-J, this questionnaire could potentially be used for early identification of severe dysphagia in patients with PD.

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Voz, deglutição e qualidade de vida de pacientes com alteração de mobilidade de prega vocal unilateral pré e pós-fonoterapia

MANGILLI, Laura Davison et al.

Rev. soc. bras. fonoaudiol. [online]. 2008, vol.13, n.2, pp. 103-112.

OBJETIVO: Investigar as contribuições da fonoterapia na voz, na deglutição e na qualidade de vida de pacientes com alteração unilateral de mobilidade de prega vocal. MÉTODOS: Os sujeitos foram 13 pacientes, de ambos os sexos, com alteração unilateral de mobilidade de prega vocal. Foi realizado um levantamento da história clínica, dos dados de avaliação pré e pós-fonoterapia e da qualidade de vida dos mesmos a partir dos prontuários, das fitas de exame e das gravações de exames. RESULTADOS: Após a intervenção fonoaudiológica foi possível observar: nove pacientes apresentaram melhora da qualidade vocal após fonoterapia; todos os pacientes apresentaram melhora em pelo menos um parâmetro da avaliação acústica; dez pacientes apresentaram classificação dentro dos limites de normalidade em relação à escala de severidade da disfagia e nove em relação à escala de penetração/aspiração; seis pacientes referiram menor desvantagem vocal; nove pacientes referiram menor impacto da disfagia na qualidade de vida. CONCLUSÃO: Os resultados apontam melhoras na voz, na deglutição, na limitação vocal e na qualidade de vida relacionada à deglutição após fonoterapia. Pode-se dizer que a fonoterapia parece ser efetiva na melhora da voz, da deglutição, do nível de desvantagem vocal e da qualidade de vida em deglutição de pacientes com alterações na mobilidade das pregas vocais.

Palavras-chave : Fonoterapia; Deglutição; Voz; Qualidade de vida; Prega vocal; Avaliação; Reabilitação; Questionários.

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Dysphagia–pathophysiology, diagnosis and treatment

Cecconi E; Di Piero V

Front Neurol Neurosci;30:86-9, 2012.

Dysphagia is an extremely common disorder after stroke, affecting as many as half of acute stroke sufferers. It is associated with respiratory complications, increased risk of aspiration pneumonia, nutritional compromise and dehydration, and detracts from quality of life. For this reason, dysphagia significantly affects outcome and is associated with increased morbidity and mortality. Formal dysphagia screening protocols significantly reduce the rate of pneumonia and improve general outcome. Furthermore, early behavioral swallowing interventions are associated with a more favorable outcome in dysphagic stroke patients. This chapter reviews the pathophysiology of swallowing dysfunction, and the diagnosis and treatment of patients with dysphagia after an acute stroke.

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Atividade elétrica do masseter durante a deglutição após laringectomia total

Pernambuco, Leandro de Araújo; Silva, Hilton Justino da; Nascimento, Gerlane Karla Bezerra Oliveira; Silva, Elthon Gomes Fernandes da; Balata, Patrícia Maria Mendes; Santos, Veridiana da Silva; Leão, Jair Carneir

Braz J Otorhinolaryngol; 77(5): 645-650, Sept.-Oct. 2011. tab.

RESUMO

A laringectomia total é um procedimento cirúrgico que pode promover alterações na biomecânica da deglutição, inclusive na atividade do músculo masseter, que atua promovendo estabilidade mandibular.
OBJETIVO: Caracterizar a atividade elétrica muscular do músculo masseter durante a deglutição em laringectomizados totais. Estudo de série.
MATERIAL E MÉTODO: A avaliação eletromiográfica foi realizada com a deglutição de três diferentes volumes de água (14,5 ml, 20 ml e 100 ml), e na situação de repouso. O sinal foi normalizado pela máxima atividade voluntária resistida (MAVR), considerada como 100% de atividade elétrica muscular. Todos os outros valores foram calculados como percentagem da MAVR.
RESULTADO: Existe moderada atividade elétrica muscular do masseter durante a deglutição, com maiores médias no lado esquerdo. Não há diferenças entre as deglutições de 14,5 ml e 20 ml. A deglutição de 100 ml apresentou as menores médias nas tarefas de deglutição. Houve presença de sinais eletromiográficos no repouso bilateralmente, indicando a existência de atividade elétrica nessa situação.
CONCLUSÃO: Laringectomizados totais apresentam atividade elétrica do músculo masseter durante a deglutição e no repouso. Essa atividade sofre influência do volume de líquido deglutido, apresentando diferença significativa entre as tarefas solicitadas. Clinical Trials: NCT01095289

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Comparação entre a avaliação clínica e objetiva de deglutição em pacientes com disfagia orofaríngea neurogênica

Autor(es): Barros, Anna Flávia Ferraz; Okubo, Paula de Carvalho Macedo Issa; Domenis, Danielle Ramos; Ricz, Hilton Marcos; Mello-Filho, Francisco Veríssimo de
Fonte: Rev. Soc. Bras. Fonoaudiol; 11(2): 90-95, 2006. tab
ABSTRACT:
Objetivo: verificar-se, em pacientes com disfagia orofaríngea neurogênica, os resultados da videofluoroscopia ou nasofibrolaringoscopia são compatíveis com os resultados da avaliação clínica da deglutição.
Métodos: foram analisados, retrospectivamente, 35 protocolos de pacientes com suspeita de disfagia orofaríngea neurogênica, avaliados no Ambulatório de Disfagia do HCFMRP-USP durante o ano de 2002, e que foram, posteriormente, submetidos à videofluoroscopia e/ou nasolaringofibroscopia da deglutição.
Resultados: para a consistência líquida, em 11 pacientes que não apresentaram risco de aspiração durante a avaliação clínica

Implicações da traqueostomia na comunicação e na deglutição

Barros, Ana Paula Brandão; Portas, Juliana Godoy; Queija, Débora dos Santos

Fonte: Rev. bras. cir. cabeça pescoço; 38(3): 202-207, jul.-set. 2009. ilus.
ARTIGO DE REVISÃO
Nas últimas duas décadas, pesquisadores e clínicos têm-se preocupado com o impacto da traqueostomia na respiração, comunicação e deglutição. A traqueostomia está associada ao aumento do risco da aspiração e a decanulação irá melhorar a qualidade das funções. Nos casos de fácil oclusão da traqueostomia, é necessário gradativamente aumentar o tempo de oclusão e observar o quadro clínico respiratório. A sequência irá variar de acordo com a doença de base e as condições respiratórias. O impacto da traqueostomia na fisiologia da deglutição pode ser mecânico e/ou funcional.

Estudo da alimentaçäo e deglutiçäo de idosos com doença de Alzheimer leve e moderada

Sanches, Elaine Palinkas; Bilton, Tereza; Suzuki, Heloísa; Ramos, Luiz Roberto.

Distúrb. comun; 15(1): 9-37, dez. 2003.

Resumo

Descreve questöes relacionadas à dependência no momento da alimentaçäo , os comportamentos associados e a dinämica da deglutiçäo de idosos com doença de Alzheimer, além de comparar os grupos com demência leve e moderada, quanto aos aspectos acima. (AU)

Análise clínica da deglutiçäo e dificuldades de alimentaçäo de idosos desnutridos em acompanhamento ambulatorial

Cortés, Lúcia Serpentino; Bilton, Tereza L; Suziki, Heloísa; Sanches, Elaine Paulikas; Venites, Juliana Paula; Luccia, Gabriela D.

Distúrb. comun; 14(2): 211-235, jun. 2003.

Resumo

Visa verificar se pacientes idosos acompanhados em ambulatório, com diagóstico de desnutriçäo, apresentam também dificuldades de deglutiçäo. Para tanto, nove idosos desnutridos de ambos os sexos, com idades entre 64 e 86 anos, foram submetidos a avaliaçäo fonoaudiológica específica para identificaçäo de alteraçöes em fase oral de deglutiçäo. Concluiu-se que idosos desnutridos säo mais susceptíveis ao desenvolvimento de alteraçöes de deglutiçäo, necessitando da atuaçäo conjunta de nutricionistas e fonoaudiólogos para que as dificuldades presentes sejam sanadas, prevenindo o aparecimento de outras alteraçöes e garantindo a melhoria da qualidade de vida