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The effects of aspiration status, liquid type, and bolus volume on pharyngeal peak pressure in healthy older adults

Butler SG; Stuart A; Wilhelm E; Rees C; Williamson J; Kritchevsky S

Dysphagia;26(3):225-31, 2011 Sep.

The reasons for aspiration in healthy adults remain unknown. Given that the pharyngeal phase of swallowing is a key component of the safe swallow, it was hypothesized that healthy older adults who aspirate are likely to generate less pharyngeal peak pressures when swallowing. Accordingly, pharyngeal and upper esophageal sphincter pressures were examined as a function of aspiration status (i.e., nonaspirator vs. aspirator), sensor location (upper vs. lower pharynx), liquid type (i.e., water vs. milk), and volume (i.e., 5 vs. 10 ml) in healthy older adults. Manometric measurements were acquired with a 2.1-mm catheter during flexible endoscopic evaluation. Participants (N = 19, mean age = 79.2 years) contributed 28 swallows; during 8 swallows, simultaneous manometric measurements of upper and lower pharyngeal and upper esophageal pressures were obtained. Pharyngeal manometric peak pressure was significantly less for aspirators (mean = 82, SD = 31 mmHg) than for nonaspirators (mean = 112, SD = 20 mmHg), and upper pharyngeal pressures (mean = 85, SD = 32 mmHg) generated less pressure than lower pharyngeal pressures (mean = 116, SD = 38 mmHg). Manometric measurements vary with respect to aspiration status and sensor location. Lower pharyngeal pressures in healthy older adults may predispose them to aspiration.

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Dinâmica da deglutição de líquido em pessoas obesas

Alves, Leda Maria Tavares; Santos, Carla Manfredi dos; Cassiani, Rachel de Aguiar; Dantas, Roberto Oliveira.

GED gastroenterol. endosc. dig; 26(6): 187-190, nov.-dez. 2007.

Resumo

Racional: Alterações em motilidade do esôfago são observadas na pessoa obesa, bem como maior possibilidade na ocorrência de doença do refluxo gastroesofágico, situações que poderiam afetar a deglutição. Objetivo: Avaliar a dinâmica da deglutição em pessoas obesas. Métodos: Foram estudados 46 sujeitos (81 % mulheres) com índice de massa corporal (IMC) variando de 18,5 a 24,9kg/m2 (normal), 22 (36% mulheres) com IMC de 25,0 a 29,9kg/m2 (sobrepeso), 20 (72% mulheres) com IMC de 30,0 a 34,9kg/ m2 (obesidade I), 14 (67% mulheres) com IMC de 35,0 a 39,9kg/m2 (obesidade II) e 61 (79% mulheres) com IMC igual ou acima de 40kg/m2 (obesidade III). Todos os sujeitos não tinham disfagia ou qualquer dificuldade com a deglutição. As idades e alturas dos sujeitos nos diferentes grupos foram semelhantes. Foi utilizado o teste de ingestão de água. Todos os voluntários ingeriram sentados e em triplicata 50mL de água na temperatura de 4°C, enquanto o tempo de ingestão de todo volume era cronometrado e o número de deglutições, contado. Foram calculados: intervalo entre deglutições -o tempo total de ingestão dividido pelo número de deglutições; velocidade de ingestão -volume ingerido dividido pelo tempo de ingestão; volume por deglutição -volume ingerido dividido pelo número de deglutições. Resultados: Não houve diferença na deglutição entre os voluntários com IMC normal e os obesos. Aqueles com sobrepeso tiveram maior intervalo entre as deglutições e maior volume por deglutição, o que foi interpretado como consequente à menor proporção de mulheres nesse grupo. Conclusão: Não há diferenças na deglutição de pessoas obesas quando comparadas com pessoas com peso próximo ao ideal.(AU)