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Dysphagia as a predictor of outcome and transition to palliative care among middle cerebral artery ischemic stroke patients

San Luis CO, Staff I, Fortunato GJ, McCullough LD.

BMC Palliat Care. 2013 May 10;12(1):21

Abstract

BACKGROUND:

Middle Cerebral Artery (MCA) territory strokes can be disabling and may leave patients unable to swallow safely. Decisions regarding artificial nutrition and goals of care often arise in patients with severe strokes leading to dysphagia. This study determined some predictors of early transition to palliative level of care among patients with acute ischemic MCA stroke with dysphagia.

METHODS:

This is a retrospective cohort study. Demographic and clinical data of patients presenting to Hartford Hospital with an acute ischemic stroke between January 2005-December 2010 were gathered utilizing the Stroke Center at Hartford Hospital Database. The 236 patients included were divided into “early transition” and “not transitioned” to palliative care cohorts. Primary outcome was transition to palliative care. Factors that were significantly associated with an early transition to palliative level of care in univariate analysis were then entered into a multivariate logistic regression analysis to identify potential independent predictors of early transition to palliative level of care. The significance level was set at p < 0.05.

RESULTS:

79 patients (34%) were transitioned to palliative level of care after failing the first swallow evaluation within a median of 3 days. Factors predictive of an early transition to palliative level of care after multivariate logistic regression analysis included advancing age (p < 0.001; OR: 1.10; 95% CI :1.056-1.155) , left MCA infarct (p = 0.039; OR: 0.417; 95% CI:0.182-0.956), a high NIHSS score on admission (p = 0.017; OR: 3.038; 95% CI: 1.22-7.555), administration of intra-arterial tPA (p < 0.001; OR: 7.106; 955 CI 2.541-19.873) and the inability to be assessed on the 1st swallow evaluation (p < 0.001; OR 0.053; 95% CI 0.022-0.131).

CONCLUSIONS:

The severity of dysphagia influences early transition to palliative level of care in acute stroke patients. Independent predictors of an early transition to palliative level of care among patients with an acute MCA territory stroke and dysphagia included advancing age, a left MCA infarct, a high NIHSS score on admission, administration of intra-arterial tPA and the inability to be assessed on the 1st swallow evaluation. This information may guide discussions with families of patients with MCA territory strokes regarding artificial nutrition and goals of care.

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Autonomy in palliative care: concepts and perceptions of a health teamwork

OLIVEIRA, Aline Cristine de  e  SILVA, Maria Júlia Paes da.

Acta paul. enferm. [online]. 2010, vol.23, n.2, pp. 212-217.

OBJECTIVES: To analyze the concept that a health teamwork, acting on the field of palliative care, has about the terminal patient’s autonomy and to identify the attitude of professionals facing the manifestation of that autonomy. METHODS: Exploratory and descriptive study with a qualitative approach. 22 members of a palliative care team were interviewed. The data was analyzed using the content analysis methodology. RESULTS: Three different categories were obtained from each professional group (Groups I and II): understanding the autonomy of terminal patients in a palliative care context, reactions of professionals on the daily assistance services, and, limitations of the relationship (autonomy vs. palliative care). CONCLUSION: Autonomy is an essential component in the palliative care philosophy; it must be able of creating ethical sustainability, applicable to therapeutic projects of terminal patients.

Palavras-chave : Palliative care; Multiprofessional team; Communication; Bio-ethics.

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Autonomia em cuidados paliativos: conceitos e percepções de uma equipe de saúde

OLIVEIRA, Aline Cristine de  e  SILVA, Maria Júlia Paes da.

Acta paul. enferm. [online]. 2010, vol.23, n.2, pp. 212-217.

OBJETIVOS: Analisar o conceito que a equipe de saúde inserida no contexto de cuidados paliativos tem da autonomia do doente sem possibilidades de cura e identificar qual é a atitude desses profissionais diante da manifestação dessa autonomia. MÉTODOS: Trata-se de um estudo exploratório descritivo com abordagem qualitativa. Foram entrevistados 22 membros de uma equipe de saúde de cuidados paliativos. Os dados foram analisados segundo a metodologia de análise de conteúdo. RESULTADOS: Foram obtidas três categorias distintas para cada grupo de profissionais (Grupos I e II). Elas evidenciaram a compreensão da autonomia dos doentes sem possibilidades de cura no contexto dos cuidados paliativos, as reações desses profissionais no cotidiano assistencial e suas limitações nessa relação (autonomia vs cuidados paliativos). CONCLUSÃO: A autonomia é um elemento essencial à filosofia dos cuidados paliativos e capaz de conferir sustentabilidade ética ao projeto terapêutico desses doentes.

Palavras-chave : Cuidados paliativos; Equipe multiprofissional; Comunicação; Bioética.

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Avaliação da efetividade de um protocolo de cuidados odontológicos no alívio da dor, sintomas bucais e melhora da qualidade de vida em pacientes com câncer de cabeça e pescoço em cuidados paliativos: ensaio clínico não-controlado

Jales, Sumatra Melo da Costa Pereira.

Tese (doutorado) – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Programa de Neurologia – São Paulo, 2011
Orientador: José Tadeu Tesseroli de Siqueira

Resumo

INTRODUÇÃO: Doentes com câncer de cabeça e pescoço têm sérias restrições funcionais e grande comprometimento das funções bucais. Esses problemas tornam-se complexos quando o câncer é incurável, exigindo exclusivamente cuidados paliativos. Nesta condição, os sintomas habituais agravam-se necessitando de atenção e cuidados especiais. Foi realizado um ensaio clínico não-controlado, incluindo doentes com câncer avançado de cabeça e pescoço exclusivamente em cuidados paliativos, com o objetivo de caracterizar a sua condição clínica orofacial; avaliar a funcionalidade, a qualidade de vida relacionada à saúde e a efetividade de um protocolo de cuidados odontológicos (preventivos, curativos e paliativos) no controle da dor e das queixas orofaciais, na qualidade de vida, prognóstico e sobrevida desses doentes. MÉTODOS: Avaliação Odontológica através da Ficha Clínica da Equipe de Dor Orofacial/ATM – HCFMUSP, Prontuário médico, Escala Visual Analógica (EVA), Índice gengival, Avaliação quanto à presença de cálculo dentário, Avaliação da mobilidade dentária, Escala de Numérica de Dor (END), Classificação do odor das feridas, Avaliação do edema lingual, Índice CPO-D, Questionário de Qualidade de Vida da Universidade de Washington (UW-QOL), Escala de Desempenho Funcional de Karnofsky (KPS) e o Palliative Prognostic Index (PPI). RESULTADOS: Foram incluídos 40 doentes, entre setembro de 2006 e abril de 2009, com média de idade de 60,4±10,8 anos, sendo 90% do gênero masculino; quanto ao tumor, 100,0% eram carcinomas; 65,0% localizavam-se na orofaringe; 52,5% apresentavam metástases; quanto à condição clínica, 72,5% tinham doenças cardiovasculares; 45,0% eram traqueostomizados; 22,5% utilizavam sonda nasogástrica; a média do escore do KPS pré-tratamento odontológico foi de 69,5±14,5. As queixas principais mais relatadas foram: dor em 67,5% e disfagia em 22,5%, com uma mediana de 3,0 queixas por doente. Os sinais mais encontrados foram as lesões bucais em 70,0%, lesões […]