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A clinical audit of the management of patients with a tracheostomy in an Australian tertiary hospital intensive care unit: Focus on speech-language pathology

Freeman-Sanderson A; Togher L; Phipps P; Elkins M

Int J Speech Lang Pathol;13(6):518-25, 2011 Dec.

Speech-language pathologists manage communication and swallowing disorders, both of which can occur in patients after tracheostomy insertion. An audit on the incidence and timing of speech-language pathology intervention for adults with tracheostomies has not previously been published. Data were retrospectively extracted from the medical records of all patients who were tracheostomized at Royal Prince Alfred Hospital, NSW, Australia, from October 2007 for 1 year. Extracted data included diagnosis, date and type of tracheostomy, time to speech-language pathologist involvement, time to phonation, and time to oral intake. Among the 140 patients (mean age 58 years, range 16-85), diagnoses were neurological (32%), head and neck (25%), cardiothoracic (24%), respiratory (6%), and other (13%). Speech-language pathology was involved with 78% of patients, with initial assessment on average 14 days after tracheostomy insertion (14 days to 166 days). Median time from tracheostomy insertion to phonation was 12 days (range 1-103). Median time from tracheostomy insertion to oral intake was 15 days (range 1-142). Only 20% of patients returned to verbal communication within 1 week after tracheostomy insertion. Further research into access to and timing of speech-language pathology intervention in the critical care setting is warranted.

ACESSE O PERIÓDICO

Nova válvula fonatória para traqueotomia: uma proposta brasileira

Chone, Carlos T; Bortoleto, Antonio; Gripp, Flávio M; Crespo, Agricio N
Rev Bras Otorrinolaringol; 68(4): 546-549, jul.-ago. 2002. ilus, tab
ABSTRACT:
Introduçäo: A traqueotomia está indicada em condiçöes com obstruçäo respiratória alta ou doença pulmonar obstrutiva crônica. As válvulas fonatórias (VF) de traqueotomia já foram anteriormente descritas, porém apresentam alto custo para o paciente, pois säo todas importadas.
Objetivo: Demonstrar a VF, desenvolvida na Universidade Estadual de Campinas, confeccionada em aço inox, para cânula de traqueotomia e a possibilidade de sua utilizaçäo na reabilitaçäo fonatória desses pacientes. Forma de estudo: Clínico prospectivo.
Material e Método: A VF, desenvolvida na Universidade Estadual de Campinas, foi utilizada em dez pacientes consecutivos. A válvula tem diafragma dentro de um corpo em aço inox com encaixes de plástico. Ela permite o direcionamento do ar para a laringe durante a fonaçäo com oclusäo do traqueotoma e abertura do mesmo na inspiraçäo, sob baixa pressäo. Resultados: Atualmente dez pacientes estäo utilizando estas VF com fonaçäo sem necessidade de oclusäo do orifício externo da cânula e confortavelmente, inclusive durante o sono.
Discussäo: As VF para cânulas de traqueotomia melhoram a comunicaçäo, inteligibilidade, higienizaçäo e umidificaçäo das vias aéreas dos pacientes traqueotomizados. Há também melhora no aspecto emocional e diminuiçäo das secreçöes orais e traqueais. O custo de produçäo dessa VF nacional é baixo e milhares de pacientes poderäo ser beneficiados no Brasil. As crianças com traqueotomia podem apresentar retardo no desenvolvimento da linguagem. O uso da VF facilitará a comunicaçäo e a interaçäo social dessas crianças.
Conclusäo: A válvula fonatória metálica, desenvolvida na Universidade Estadual de Campinas, acoplada a uma cânula de traqueotomia metálica permite fonaçäo, sem a oclusäo digital da cânula, e respiraçäo sob conforto.